Tite define substitutos de Danilo e Neymar; Brasil enfrenta Suíça nesta segunda (28)

Foto: Lucas Figueiredo/CBF

A seleção brasileira terá duas mudanças na escalação para enfrentar a Suíça, nesta segunda-feira (28), às 13h, na segunda rodada da Copa do Mundo. Sem Danilo e Neymar, machucados, Tite treinou com Éder Militão e Fred na equipe titular nas duas atividades às vésperas da partida.

O técnico também observou outras possibilidades, como a entrada de Rodrygo, um substituto com características mais similares às de Neymar. Outro experimentado foi Everton Ribeiro.

Embora atue como zagueiro no Real Madrid, Éder Militão tem experiência na lateral direita desde que foi revelado pelo São Paulo. Em amistoso contra Gana, em setembro, ele atuou nessa posição. A outra alternativa para o setor era o veterano Daniel Alves, que não atua há dois meses.

A escalação provável da Seleção: Alisson, Éder Militão, Marquinhos, Thiago Silva, Alex Sandro; Casemiro, Fred e Lucas Paquetá; Raphinha, Vini Jr e Richarlison.

GE

CBF sorteia grupos da Copa do Nordeste

Foto: Thais Magalhães/CBF

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) sorteou, nesta segunda-feira (21), em sua sede, no Rio de Janeiro, os grupos da edição 2023 da Copa do Nordeste.

O Grupo A contará com Sport, Fortaleza, CRB, Sampaio Correia, Atlético-BA, Fluminense-PI e mais duas equipes que virão da Eliminatória.

A chave B terá Ceará, Bahia, Náutico, ABC, Campinense, Sergipe, além de dois times provenientes da Eliminatória.

A Eliminatória, que será disputada em duas fases (com partidas únicas), nos dias 5 e 8 de janeiro de 2023, contará com 16 participantes: Vitória, CSA, Confiança, Santa Cruz, Botafogo-PB, Ferroviário-CE, América-RN, Altos, Moto Club, Caucaia, Jacuipense, Retrô, ASA, Cordino, Potiguar de Mossoró e Sousa.

Copa do Mundo: Argentina e França estreiam nesta terça (22); confira os jogos

Foto: Reprodução

A terça-feira (22) reserva a estreia de duas das favoritas para a conquista da Copa do Mundo: Argentina e França.

Às 7h a Argentina enfrenta a Arábia Saudita, no Estádio Lusail, pelo Grupo C. Já a França faz seu primeiro confronto contra a Austrália, às 16h, no Estádio Al Janoub.

No mesmo dia, Dinamarca x Tunísia e México e Polônia se enfrentam.

Jogos de terça-feira

Grupo C

7h: Argentina x Arábia Saudita

Onde assistir: Globo e SporTV

Grupo D

10h: Dinamarca x Tunísia

Onde assistir: Globo e SporTV

Grupo C

13h: México x Polônia

Onde assistir: Globo e SporTV

Grupo D

16h: França x Austrália

Onde assistir: Globo e SporTV

Confira quem entra em campo nesta segunda (21) pela Copa do Mundo

Foto: Reprodução/Instagram

Nesta segunda-feira (21), acontecerão três partidas de Copa do Mundo. Depois da abertura e do jogo de estreia neste domingo (20), o segundo dia do torneio do Catar terá três jogos em sequência, com duas seleções tradicionais em campo. 

A primeira partida do dia será entre Inglaterra e Irã, às 10h, no estádio Internacional Khalifa. A equipe de Harry Kane, campeã do mundo em 1966, tenta consolidar o favoritismo dentro do Grupo B. 

O segundo duelo coloca frente a frente Senegal e Holanda, às 13h, no estádio Al Thumama. A partida é válida pelo Grupo A, o mesmo das duas equipes que fizeram a partida de abertura: Catar e Equador.

Fechando a segunda-feira, teremos mais um jogo válido pelo Grupo B. Os Estados Unidos enfrentam o País de Gales, às 16h, em confronto muito importante para a definição da classificação. As duas seleções são apontadas como as favoritas na disputa pela segunda vaga, sendo a Inglaterra a maior candidata à primeira.

Jogos de segunda-feira (21)

10h – Inglaterra x Irã
13h – Senegal x Holanda
16h – Estados Unidos x País de Gales

Equador faz história e vence Catar na abertura da Copa do Mundo

Foto: Reprodução/Reuters

O Equador fez história neste domingo (20). Na abertura da Copa do Mundo, La Tri venceu o Catar por 2 a 0, com dois gols de Enner Valencia, e é a primeira seleção a conseguir vencer uma anfitriã numa estreia de Mundial.

O jogo no estádio Al Bayt foi de inteiro domínio dos equatorianos, que ainda tiveram um gol anulado aos três minutos do primeiro tempo.

Enner Valencia não teve concorrente no protagonismo na estreia da Copa do Mundo. O atacante, capitão e estrela do Equador, marcou os dois gols da vitória. Além disso, teve um gol anulado aos três minutos do primeiro tempo, o que tirou a possibilidade de um hat-trick logo na abertura do Mundial.

O Catar estreou numa Copa do Mundo e já com um marco negativo. Afinal, foi o primeiro país a sediar uma edição de Mundial a perder na estreia em toda a história da competição.

GE

Doce Mel deixa Cruz das Almas e vai mandar jogos do Baianão em outra cidade

Foto: Divulgação

Nesta segunda-feira (21), Alípio Alves, presidente do Doce Mel, junto ao prefeito de Jequié, Zé Cocá, anunciarão a nova casa do clube. Após duas temporadas em Cruz das Almas, o time de Ipiaú mandará seus jogos no Estádio Waldomiro Borges, em Jequié.

A praça esportiva já é usada pelo Doce Mel como mando de campo da equipe feminina. Agora, pelo Campeonato Baiano 2023, o time masculino já tem as partidas agendadas.

A informação foi confirmada pela assessoria de comunicação do clube ao site Revista Recôncavo, parceiro do Blog do Valente.

Jogos do Doce Mel no Baianão:

(12 de janeiro, 19h15)
Doce Mel x Jacuipense

(18 de janeiro, 21h30)
Doce Mel x Bahia de Feira

(01 de fevereiro, 21h30)
Doce Mel x Juazeirense

(12 de fevereiro, 16h)
Doce Mel x Bahia

Oito países já tiveram a honra de levantar o troféu de uma Copa

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Setenta e nove países já participaram, ao menos uma vez, de uma edição de Copa do Mundo. Este ano, o único estreante será o anfitrião Catar. A longa lista, no entanto, tem poucos campeões: apenas oito nações já levaram a taça, ou seja, um seleto grupo de dez por cento.

Uruguai, Itália, Alemanha, Brasil, Inglaterra, Argentina, França e Espanha são os únicos campeões e, normalmente, favoritos a cada quatro anos.

O caso do Uruguai é bem curioso. A camisa oficial apresenta quatro estrelas acima do escudo. Uma autorização da Fifa pelo fato de a equipe celeste ter sido, além de duas vezes campeã de uma Copa do Mundo (em 1930, em Montevidéu, e em 1950, no Rio de Janeiro), duas vezes medalha de ouro olímpica numa época anterior à criação do Mundial de futebol (nos Jogos de Paris, em 1924, e em Amsterdam, em 1928). Ou seja, um tetracampeonato bem particular e questionável.

Para a Itália, tetracampeã, ausente neste Mundial, a era de ouro foi nos anos 30 do século passado. Da primeira vez em que ergueu a Taça Jules Rimet, o ditador Benito Mussolini foi direto com os jogadores: Vincere o morire (Vencer ou morrer). Os comandados do técnico Vittorio Pozzo (bicampeão mundial, em 1934 e em 1938) entenderam claramente o recado e conquistaram a Copa disputada em Roma, além da edição seguinte também, em Paris. A Segunda Guerra Mundial impediu um tricampeonato italiano, com a interrupção dos Mundiais entre 1942 e 1946. A tragédia com o choque do avião da equipe do Torino em 1949 com o monte Superga acabou com as pretensões da Azzurra para 1950. Os outros dois títulos vieram na Espanha (1982), com a famosa equipe do carrasco Paolo Rossi, e na Alemanha (2006), numa decisão por pênaltis contra a França.

A Alemanha também se orgulha em ser tetracampeã. Duas Copas foram ganhas quando ela sequer era a favorita na final. No Mundial da Suíça (1954) poucos apostavam numa vitória dos alemães-ocidentais diante da Hungria. Aos 8 minutos do primeiro tempo os germânicos já perdiam por 2 a 0, mas conseguiram virar a partida para 3 a 2 e ainda viram o árbitro anular o que seria o gol de empate húngaro no último minuto. Em 1974, também de virada, bateram a Holanda, em Munique, por 2 a 1. Depois conseguiram dois títulos em cima da Argentina, ganhando por 1 a 0 em Roma (1990) e no Rio de Janeiro (2014).

Os ingleses, que criaram as regras do esporte no século XIX, conquistaram seu único título atuando em casa. No Mundial de 1966, jogando todas as partidas sem precisar sair de Londres, a Inglaterra ergueu a Taça Jules Rimet para alegria da Rainha Elizabeth, que estava na tribuna do Estádio de Wembley.

Os argentinos, tão fanáticos por futebol, enaltecem até hoje seus títulos do passado. A primeira conquista veio em 1978 na Copa realizada na própria Argentina. Numa época em que boa parte da América do Sul era comandada por militares, a visita do ditador argentino Jorge Rafael Videla ao vestiário dos peruanos às vésperas de um jogo importante despertou suspeitas. Havia uma ligação cordial entre o general Videla e o presidente peruano, o também general Francisco Morales Bermúdez. Mais que isso, o filho de Bermúdez era justamente o chefe da delegação peruana na Copa de 1978. Os portenhos venceram o Peru por 6 a 0, eliminaram o Brasil no saldo de gols e se classificaram para a final contra a Holanda, onde ganharam licitamente por 3 a 1. Em 1986, no México, foi a vez de Maradona jogar praticamente sozinho e erguer a taça do mundo. As arrancadas do camisa 10 impressionaram e fizeram muita gente duvidar se o futebol era mesmo um jogo coletivo.

Os franceses também são campeões duas vezes, muito graças a um processo de miscigenação do país que, abrindo suas fronteiras a africanos vindos das ex-colônias, melhorou consideravelmente sua equipe nacional com os filhos desses imigrantes. Dessa forma, em 1998, em Saint-Denis, a França, comandada pelo filho de argelinos Zinedine Zidane massacrou a seleção brasileira por 3 a 0. E, em 2018, com jogadores do quilate de Kanté, Pogba e Mbappé (filho de um camaronês com uma argelina), a equipe chegou ao título com outro passeio na final em Moscou: 4 a 2 na Croácia.

Os espanhóis viveram momentos mágicos entre 2008 e 2012, conquistando duas Eurocopas e o Mundial da África do Sul (2010). Por mais que o toque de bola fosse envolvente, a Fúria fazia poucos gols (anotou apenas oito em sete jogos), mas venceu a Copa na base de sucessivas vitórias por 1 a 0.

Além desses sete campeões, há o Brasil. Os pentacampeões mundiais ergueram a Taça Jules Rimet na Suécia (1958), no Chile (1962) e no México (1970) e a Taça Copa do Mundo nos Estados Unidos (1994) e no Japão/Coreia do Sul (2002). Nas cinco campanhas, 28 vitórias, 4 empates e nenhuma derrota e a consagração de que o país do futebol é mesmo aqui. Quando Bellini, Mauro Ramos de Oliveira, Carlos Alberto Torres, Dunga e Cafu levantaram o caneco em cada uma das vezes os milhões de brasileiros foram às ruas comemorar e viveram emoções tão fortes que, a cada quatro anos, todos querem sentir novamente o prazer de gritar: é campeão! Para quem é um verdadeiro papão de títulos, o jejum está longo demais…

Danilo não se vê ameaçado por Daniel Alves na lateral-direita da seleção

Foto: Lucas Figueiredo/CBF

Com 46 partidas e um gol com a amarelinha, Danilo é o titular de Tite para a lateral direita. O mineiro de Bicas disse não se sentir ameaçado por Daniel Alves e elogiou o veterano de 39 anos

“Ele mostrou na carreira um poder de dar a volta por cima incrível. Ele pode dar muito para a equipe, inclusive características que não tenho condições de dar. Mostrou uma qualidade de passe, descobrir espaços, que poucos jogadores, até de outras posições, têm”, afirmou o jogador durante coletiva em Turim (Itália), onde a seleção faz os últimos preparativos antes da estreia no próximo dia 24, na Copa do Catar.

Jogador do Juventus, Danilo falou ainda sobre o fato do Brasil ter enfrentado apenas uma seleção europeia durante esse ciclo preparatório para a Copa do Catar

“Não temos a opção de participar das Eliminatórias Europeias e jogar contra os times europeus, que é o que todo mundo vem cobrando. Como a maioria dos jogadores vêm da Europa, já estão acostumados com a ideia, com o tipo de futebol. A necessidade de se jogar contra um time europeu na preparação não é tão importante. Vai da necessidade de jogar contra outros tipos de escola”.

O lateral de 31 anos também analisou a convocação de nove atacantes pela comissão técnica brasileira. “Eles defendem muito, cortam linha de passe, perdem e pressionam no mesmo momento. Isto deixa o Tite e a comissão à vontade”.

O Brasil estreia na Copa do Catar contra a Sérvia, pelo Grupo G, no dia 24 (quinta-feira), às 16h (horário de Brasília), no Estádio Lusail. Quatro dias depois (uma segunda-feira) enfrenta a Suíça, às 13h. Depois, no dia 2 de dezembro (sexta-feira), o país mede forças com Camarões, às 16h, no último confronto da primeira fase do Mundial.

Veja onde os 26 convocados de Tite estrearam como profissionais

Foto: Lucas Figueiredo/CBF

Os 26 jogadores que defenderão o Brasil na Copa do Mundo do Catar iniciaram a carreira por 18 agremiações diferentes. O São Paulo lidera a estatística, sendo o primeiro clube profissional de quatro convocados pelo técnico Tite: os zagueiros Éder Militão e Bremer, o volante Casemiro e o atacante Antony.

Bremer, porém, necessita de um asterisco, já que é o único deles que não defendeu o elenco principal. O zagueiro fez dois jogos profissionais (ambos saindo do banco) na Copa Paulista, torneio estadual realizado no segundo semestre, pela equipe B do Tricolor. Do São Paulo, ele foi para o Atlético-MG, onde disputou as primeiras partidas da carreira pelo time A.

O goleiro Alisson e o volante Fred estrearam como profissionais no Internacional. O Corinthians foi a equipe na qual o zagueiro Marquinhos e o meia Éverton Ribeiro começaram as respectivas carreiras. O América-MG deu as primeiras oportunidades ao lateral Danilo e ao atacante Richarlison. O meia Lucas Paquetá e o atacante Vinícius Júnior debutaram pelo Flamengo, enquanto os atacantes Neymar e Rodrygo vestiram, primeiramente, a camisa do Santos.

Mais nove clubes brasileiros foram responsáveis pela primeira experiência profissional de convocados da seleção. São eles: Remo (o goleiro Weverton), Bahia (o lateral Daniel Alves), RS Futebol (o zagueiro Thiago Silva), Athletico-PR (o lateral Alex Sandro), Juventude (o lateral Alex Telles), Audax-SP (o volante Bruno Guimarães), Palmeiras (o atacante Gabriel Jesus), Fluminense (o atacante Pedro) e Ituano (o atacante Gabriel Martinelli).

Já Ederson, Fabinho e Raphinha iniciaram a carreira no exterior. O goleiro do Manchester City (Inglaterra) começou no Ribeirão, na terceira divisão de Portugal. O volante do Liverpool (Inglaterra) fez o primeiro jogo dele no segundo escalão da liga espanhola, pelo Real Madrid Castilla, que é o time B do atual campeão europeu. O atacante do Barcelona (Espanha), por sua vez, foi a campo pela primeira vez vestindo a camisa da equipe B do Vitória de Guimarães, no segundo nível do futebol português.

O clube onde o atleta se profissionalizou, contudo, não é necessariamente aquele em que fez a formação (ou parte dela). Weverton, por exemplo, começou na base do Juventus-AC e foi para o sub-20 do Corinthians após se destacar pelo time acreano na Copa São Paulo de Futebol Júnior de 2005. O goleiro, porém, nunca atuou no Timão, emprestado para Remo (onde disputou o primeiro jogo da carreira), Oeste e América-RN, ao longo de três temporadas.

Thiago Silva é outro caso. Cria das categorias de base do Fluminense, o zagueiro debutou como profissional emprestado ao RS Futebol, na terceira divisão gaúcha, em 2003. Ele foi cedido ao Juventude, ao time B do Porto (Portugal) e ao Dínamo Moscou (Rússia), até, enfim, vestir a camisa do Tricolor carioca em uma partida oficial pela primeira vez, três anos depois.

Há situações nas quais os jogadores sequer tiveram oportunidades de representarem os clubes que os formaram. Raphinha, por exemplo, foi negociado com o Vitória de Guimarães sem um único jogo pelo Avaí, onde era uma promessa. Mesma situação de Fabinho, que chegou ao Fluminense em 2011, após defender o Paulínia-SP na Copa São Paulo, mas foi embora no ano seguinte para o Rio Ave (Portugal), que o emprestou ao Real Madrid Castilla.

Fred, por sua vez, saiu do Atlético-MG aos 16 anos para o extinto Porto Alegre Futebol Clube, migrando em seguida para o Inter, onde se profissionalizou. Já Bremer, antes de São Paulo e Galo, foi vinculado ao Desportivo Brasil-SP entre 2014 e 2017. O clube de Porto Feliz (SP), tradicional na formação, emprestou-o aos paulistas em 2016 e o negociou com os mineiros no ano seguinte. O Tricolor, aliás, chegou a ter Ederson como goleiro da base em 2008, quando ele tinha 15 anos, mas o dispensou por telefone.

Dos 26 convocados por Tite, apenas um ainda possui ligação com algum dos clubes em que fez parte do processo de formação. Atacante do Flamengo e profissionalizado no Fluminense, Pedro viveu quase cinco anos na base rubro-negra, onde fez a transição do futsal para o campo, oriundo do próprio Tricolor, até ser dispensado em 2013. Após atuar por Duquecaxiense-RJ e Artsul-RJ, ele retornou à equipe das Laranjeiras em 2014, estreando no time principal três anos depois.

Kennedi Lago, de Castro Alves, e Willian Almeida, de Santa Teresinha, conquistam primeiro lugar no AmaRider

Fotos: Reprodução/Instagram

Os ciclistas Willian Almeida e Kennedi Lago representaram bem suas cidades e foram campeões do desafio AmaRider, no domingo (6), em Amargosa.

Kennedi, que é de Castro Alves, ficou com a primeira colocação na categoria Elite, a principal da prova. “Prova intensa, percurso muito bacana pela região, com bastante subida longas e trilhas naturais”, resumiu ele a respeito da conquista.

Willian, de Santa Teresinha, competiu na categoria Sub 30 e também ficou com o primeiro lugar em sua primeira participação no AmaRider. “Consegui extrair um excelente resultado e performance na minha primeira participação. Foi uma prova com estrutura boa, percurso muito bacana, muita variação de terreno e montanha”, disse ele, líder do ranking classificatório baiano.

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