A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) só vai definir quem substitui o técnico Tite no comando da seleção brasileira em janeiro. Mas, o italiano Carlo Ancelotti, um dos nomes em evidência para assumir o cargo, deu uma declaração nesta segunda-feira (19) que podem mudar o rumo da decisão da entidade ao dizer que só sai do Real Madrid caso seja demitido.
Inicialmente, a CBF estava disposta a esperar até junho, quando acaba a temporada europeia, para contar com Ancelotti. A seleção brasileira só volta a jogar em março após a queda nas quartas de final da Copa do Mundo do Catar, e um comando interino não estava descartado. Mas os planos devem ser alterados.
“Treinar o Brasil? O futuro eu não sei, sou um velhote e estou muito bem aqui”, disse Ancelotti, mostrando satisfação na direção do Real Madrid, em entrevista à rádio Rai, da Itália. “Temos muitos objetivos ainda no Real Madrid e há tempo para pensar no futuro”, afirmou, antes de sentenciar: “Tenho contrato com o Real Madrid até 2024 e se não me mandarem embora, eu não me mexo.”
A Federação Baiana de Ciclismo (FBC) divulgou neste domingo (18) que os municípios de Elísio Medrado, Santa Teresinha, Castro Alves e Itatim receberão a primeira etapa do Tour Bahia, nos dias 24, 25 e 26 de fevereiro.
De acordo com a FBC, no Stage 1 os atletas percorrerão 109 quilômetros em percursos nos quatro municípios, com 1.344 metros de elevação. No 2, serão 157 quilômetros e 1.815 metros de ganho de elevação.
A largada e chegada, em ambas etapas, ocorrerão em Castro Alves. As inscrições poderão ser realizadas através do site inscricoes.bike.
Titular da seleção brasileira na Copa do Mundo e um dos astros do Real Madrid, o atacante Vinicius Junior está em litígio com a Nike e tenta romper contrato com a empresa norte-americana que o patrocina desde os 13 anos.
O vínculo de Vini Junior com a Nike vai até 2028, e pessoas próximas ao jogador acreditam não haver chance de reconciliação com a companhia.
Vini Junior se sente desprestigiado pela Nike e ficou fora do filme publicitário produzido pela empresa especialmente para a Copa – o astro brasileiro na campanha é Rodrygo, que tem sido reserva do Brasil, mas atuou nas três partidas da fase de grupos do Mundial do Catar. Richarlison também participou de ações de marketing, inclusive do lançamento do novo uniforme brasileiro.
A seleção brasileira terá duas mudanças na escalação para enfrentar a Suíça, nesta segunda-feira (28), às 13h, na segunda rodada da Copa do Mundo. Sem Danilo e Neymar, machucados, Tite treinou com Éder Militão e Fred na equipe titular nas duas atividades às vésperas da partida.
O técnico também observou outras possibilidades, como a entrada de Rodrygo, um substituto com características mais similares às de Neymar. Outro experimentado foi Everton Ribeiro.
Embora atue como zagueiro no Real Madrid, Éder Militão tem experiência na lateral direita desde que foi revelado pelo São Paulo. Em amistoso contra Gana, em setembro, ele atuou nessa posição. A outra alternativa para o setor era o veterano Daniel Alves, que não atua há dois meses.
A escalação provável da Seleção: Alisson, Éder Militão, Marquinhos, Thiago Silva, Alex Sandro; Casemiro, Fred e Lucas Paquetá; Raphinha, Vini Jr e Richarlison.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) sorteou, nesta segunda-feira (21), em sua sede, no Rio de Janeiro, os grupos da edição 2023 da Copa do Nordeste.
O Grupo A contará com Sport, Fortaleza, CRB, Sampaio Correia, Atlético-BA, Fluminense-PI e mais duas equipes que virão da Eliminatória.
A chave B terá Ceará, Bahia, Náutico, ABC, Campinense, Sergipe, além de dois times provenientes da Eliminatória.
A Eliminatória, que será disputada em duas fases (com partidas únicas), nos dias 5 e 8 de janeiro de 2023, contará com 16 participantes: Vitória, CSA, Confiança, Santa Cruz, Botafogo-PB, Ferroviário-CE, América-RN, Altos, Moto Club, Caucaia, Jacuipense, Retrô, ASA, Cordino, Potiguar de Mossoró e Sousa.
A terça-feira (22) reserva a estreia de duas das favoritas para a conquista da Copa do Mundo: Argentina e França.
Às 7h a Argentina enfrenta a Arábia Saudita, no Estádio Lusail, pelo Grupo C. Já a França faz seu primeiro confronto contra a Austrália, às 16h, no Estádio Al Janoub.
No mesmo dia, Dinamarca x Tunísia e México e Polônia se enfrentam.
Nesta segunda-feira (21), acontecerão três partidas de Copa do Mundo. Depois da abertura e dojogo de estreia neste domingo (20), o segundo dia do torneio do Catar terá três jogos em sequência, com duas seleções tradicionais em campo.
A primeira partida do dia será entre Inglaterra e Irã, às 10h, no estádio Internacional Khalifa. A equipe de Harry Kane, campeã do mundo em 1966, tenta consolidar o favoritismo dentro do Grupo B.
O segundo duelo coloca frente a frente Senegal e Holanda, às 13h, no estádio Al Thumama. A partida é válida pelo Grupo A, o mesmo das duas equipes que fizeram a partida de abertura: Catar e Equador.
Fechando a segunda-feira, teremos mais um jogo válido pelo Grupo B. Os Estados Unidos enfrentam o País de Gales, às 16h, em confronto muito importante para a definição da classificação. As duas seleções são apontadas como as favoritas na disputa pela segunda vaga, sendo a Inglaterra a maior candidata à primeira.
Jogos de segunda-feira (21)
10h – Inglaterra x Irã 13h – Senegal x Holanda 16h – Estados Unidos x País de Gales
O Equador fez história neste domingo (20). Na abertura da Copa do Mundo, La Tri venceu o Catar por 2 a 0, com dois gols de Enner Valencia, e é a primeira seleção a conseguir vencer uma anfitriã numa estreia de Mundial.
O jogo no estádio Al Bayt foi de inteiro domínio dos equatorianos, que ainda tiveram um gol anulado aos três minutos do primeiro tempo.
Enner Valencia não teve concorrente no protagonismo na estreia da Copa do Mundo. O atacante, capitão e estrela do Equador, marcou os dois gols da vitória. Além disso, teve um gol anulado aos três minutos do primeiro tempo, o que tirou a possibilidade de um hat-trick logo na abertura do Mundial.
O Catar estreou numa Copa do Mundo e já com um marco negativo. Afinal, foi o primeiro país a sediar uma edição de Mundial a perder na estreia em toda a história da competição.
Nesta segunda-feira (21), Alípio Alves, presidente do Doce Mel, junto ao prefeito de Jequié, Zé Cocá, anunciarão a nova casa do clube. Após duas temporadas em Cruz das Almas, o time de Ipiaú mandará seus jogos no Estádio Waldomiro Borges, em Jequié.
A praça esportiva já é usada pelo Doce Mel como mando de campo da equipe feminina. Agora, pelo Campeonato Baiano 2023, o time masculino já tem as partidas agendadas.
A informação foi confirmada pela assessoria de comunicação do clube ao site Revista Recôncavo, parceiro do Blog do Valente.
Setenta e nove países já participaram, ao menos uma vez, de uma edição de Copa do Mundo. Este ano, o único estreante será o anfitrião Catar. A longa lista, no entanto, tem poucos campeões: apenas oito nações já levaram a taça, ou seja, um seleto grupo de dez por cento.
Uruguai, Itália, Alemanha, Brasil, Inglaterra, Argentina, França e Espanha são os únicos campeões e, normalmente, favoritos a cada quatro anos.
O caso do Uruguai é bem curioso. A camisa oficial apresenta quatro estrelas acima do escudo. Uma autorização da Fifa pelo fato de a equipe celeste ter sido, além de duas vezes campeã de uma Copa do Mundo (em 1930, em Montevidéu, e em 1950, no Rio de Janeiro), duas vezes medalha de ouro olímpica numa época anterior à criação do Mundial de futebol (nos Jogos de Paris, em 1924, e em Amsterdam, em 1928). Ou seja, um tetracampeonato bem particular e questionável.
Para a Itália, tetracampeã, ausente neste Mundial, a era de ouro foi nos anos 30 do século passado. Da primeira vez em que ergueu a Taça Jules Rimet, o ditador Benito Mussolini foi direto com os jogadores: Vincere o morire (Vencer ou morrer). Os comandados do técnico Vittorio Pozzo (bicampeão mundial, em 1934 e em 1938) entenderam claramente o recado e conquistaram a Copa disputada em Roma, além da edição seguinte também, em Paris. A Segunda Guerra Mundial impediu um tricampeonato italiano, com a interrupção dos Mundiais entre 1942 e 1946. A tragédia com o choque do avião da equipe do Torino em 1949 com o monte Superga acabou com as pretensões da Azzurra para 1950. Os outros dois títulos vieram na Espanha (1982), com a famosa equipe do carrasco Paolo Rossi, e na Alemanha (2006), numa decisão por pênaltis contra a França.
A Alemanha também se orgulha em ser tetracampeã. Duas Copas foram ganhas quando ela sequer era a favorita na final. No Mundial da Suíça (1954) poucos apostavam numa vitória dos alemães-ocidentais diante da Hungria. Aos 8 minutos do primeiro tempo os germânicos já perdiam por 2 a 0, mas conseguiram virar a partida para 3 a 2 e ainda viram o árbitro anular o que seria o gol de empate húngaro no último minuto. Em 1974, também de virada, bateram a Holanda, em Munique, por 2 a 1. Depois conseguiram dois títulos em cima da Argentina, ganhando por 1 a 0 em Roma (1990) e no Rio de Janeiro (2014).
Os ingleses, que criaram as regras do esporte no século XIX, conquistaram seu único título atuando em casa. No Mundial de 1966, jogando todas as partidas sem precisar sair de Londres, a Inglaterra ergueu a Taça Jules Rimet para alegria da Rainha Elizabeth, que estava na tribuna do Estádio de Wembley.
Os argentinos, tão fanáticos por futebol, enaltecem até hoje seus títulos do passado. A primeira conquista veio em 1978 na Copa realizada na própria Argentina. Numa época em que boa parte da América do Sul era comandada por militares, a visita do ditador argentino Jorge Rafael Videla ao vestiário dos peruanos às vésperas de um jogo importante despertou suspeitas. Havia uma ligação cordial entre o general Videla e o presidente peruano, o também general Francisco Morales Bermúdez. Mais que isso, o filho de Bermúdez era justamente o chefe da delegação peruana na Copa de 1978. Os portenhos venceram o Peru por 6 a 0, eliminaram o Brasil no saldo de gols e se classificaram para a final contra a Holanda, onde ganharam licitamente por 3 a 1. Em 1986, no México, foi a vez de Maradona jogar praticamente sozinho e erguer a taça do mundo. As arrancadas do camisa 10 impressionaram e fizeram muita gente duvidar se o futebol era mesmo um jogo coletivo.
Os franceses também são campeões duas vezes, muito graças a um processo de miscigenação do país que, abrindo suas fronteiras a africanos vindos das ex-colônias, melhorou consideravelmente sua equipe nacional com os filhos desses imigrantes. Dessa forma, em 1998, em Saint-Denis, a França, comandada pelo filho de argelinos Zinedine Zidane massacrou a seleção brasileira por 3 a 0. E, em 2018, com jogadores do quilate de Kanté, Pogba e Mbappé (filho de um camaronês com uma argelina), a equipe chegou ao título com outro passeio na final em Moscou: 4 a 2 na Croácia.
Os espanhóis viveram momentos mágicos entre 2008 e 2012, conquistando duas Eurocopas e o Mundial da África do Sul (2010). Por mais que o toque de bola fosse envolvente, a Fúria fazia poucos gols (anotou apenas oito em sete jogos), mas venceu a Copa na base de sucessivas vitórias por 1 a 0.
Além desses sete campeões, há o Brasil. Os pentacampeões mundiais ergueram a Taça Jules Rimet na Suécia (1958), no Chile (1962) e no México (1970) e a Taça Copa do Mundo nos Estados Unidos (1994) e no Japão/Coreia do Sul (2002). Nas cinco campanhas, 28 vitórias, 4 empates e nenhuma derrota e a consagração de que o país do futebol é mesmo aqui. Quando Bellini, Mauro Ramos de Oliveira, Carlos Alberto Torres, Dunga e Cafu levantaram o caneco em cada uma das vezes os milhões de brasileiros foram às ruas comemorar e viveram emoções tão fortes que, a cada quatro anos, todos querem sentir novamente o prazer de gritar: é campeão! Para quem é um verdadeiro papão de títulos, o jejum está longo demais…