Um produtor de cacau, que tem propriedade próximo ao Alto São José, zona rural de Elísio Medrado, teve sua plantação invadida durante a semana passada e teve frutos furtados.
De acordo com o Conexão no Vale, o homem afirmou que vai registrar um Boletim de Ocorrência na delegacia para que o fato seja investigado.
Esse é mais um caso de furto na zona rural de Elísio Medrado, onde imóveis são invadidos desde o ano passado. Nenhum suspeito foi preso até o momento.
A Polícia Federal deflagrou na quarta-feira (4) a Operação Desvio Postal, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso especializado no roubo de objetos postais na cidade de Santa Inês, no Vale do Jiquiriçá.
Na ação, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão, em cumprimento a uma decisão judicial.
A investigação teve início após a comunicação de extravios de objetos postais, ocorridos no ano de 2022. Com o aprofundamento das investigações, foram colhidos elementos que revelaram a participação do investigado num grupo criminoso e evidenciaram parte de sua estrutura.
A investigação continuará para apuração de eventuais outros envolvidos. Se condenado pelos crimes cometidos, o investigado se sujeitará a penas máximas que, somadas, podem chegar a 11 anos de reclusão.
A Bahia terá um reforço na segurança pública, com ações e entregas, em parceria com o Governo Federal, para combate à violência e ao crime organizado no estado.
Os investimentos anunciados nesta quinta-feira (5) chegam a R$ 109 milhões e inclui planos para fortalecimento da segurança no estado, assinatura do termo de cooperação para implantação da Delegacia da Polícia Federal em Feira de Santana; assinatura de acordo de cooperação técnica para criação da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco), em Ilhéus; transferência Fundo a Fundo, do Pronasci, para o fortalecimento do monitoramento das forças de segurança baianas; repasse de recursos do Programa Escola Segura, e outras novidades.
A agenda de entregas envolveu um ato público com o governador Jerônimo Rodrigues e o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, na Superintendência da Polícia Federal da Bahia, em Salvador. Jerônimo recebeu as chaves das viaturas que devem auxiliar a Polícia Penal em todo o estado.
De acordo com o governador, o trabalho da inteligência, em sua avaliação, tem como consequência natural a prevenção. “Nesses últimos 15, 20 dias, nós conseguimos enfrentar o crime organizado com muita inteligência e unidade. Nós não vamos baixar a guarda”, sinalizou, ressaltando a união entre Ministério Público, Tribunal de Justiça, Defensoria, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para efetivação do trabalho.
“As ações incluem falar a verdade para que o país nunca mais entre nesse beco de trevas do armamentismo, que é uma política errada no Planeta Terra, uma política irresponsável. E nós estamos, agora, corrigindo esse caminho”, assegura Flávio Dino, fazendo uma comparação entre este ano e o ano passado: “a circulação de armas, novas armas, caiu pela metade. O que mostra que nós estamos num caminho virtuoso. E, também, muito importante. Por que as quadrilhas se fortaleceram? Porque elas têm muito dinheiro. No ano passado, a Polícia Federal deste país, no governo pretérito, bloqueou 360 milhões de quadrilhas. Este ano, dois bilhões e 800 milhões de reais. Isso é combater o crime organizado, de verdade, e não com demagogia e com irresponsabilidade. E vamos continuar nesse caminho”, destacou o ministro.
Também foram anunciadas obras de modernização da sede da Superintendência da Polícia Federal (PF) da Bahia, com aporte de R$ 22 milhões, e do Posto Policial da Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Ribeira do Pombal. Foi entregue, simbolicamente, a Delegacia da PRF de Vitória da Conquista e veículos e equipamentos para incremento no sistema prisional do estado, que teve investimento de R$ 1,6 milhão. O ministro Flávio Dino assinou, ainda, ordem de serviço para normatização dos procedimentos de policiamento e fiscalização de veículos de transporte de passageiros.
Para o secretário de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), Marcelo Werner, a integração entre as forças de segurança do Estado e a União é fundamental. “Já começamos as ações integradas desde o último mês de setembro, e iremos fortalecer essas ações com a interiorização delas. Não será só a investigação, a inteligência também estará trabalhando de forma integrada em prol da segurança pública do nosso estado. A dinâmica das facções, que é uma dinâmica interestadual, exige essa atuação alinhada entre o Governo Federal e o Governo Estadual. Então, não só na parte de recursos e, sim, nós recebemos recursos através do Fundo Nacional de Segurança Pública, viaturas também, que foram doadas, todos esses equipamentos são mais investimentos que se somam aos investimentos já feitos pelo Estado em prol da Segurança Pública”.
A Bahia, através do termo de pactuação com o Governo Federal, passa a fazer parte do Projeto Nacional de Câmeras Corporais, intensificando a atuação do sistema de inteligência estadual. Famílias afetadas pela violência também serão atendidas com a assinatura, na ocasião, do termo de pactuação para o Projeto de Acolhimento de Mães e Familiares Vítimas de Violência. Essa ação vai ampliar a rede de atenção psicossocial, oferecendo acesso à justiça, através do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania por meio da Secretaria de Acesso à Justiça (Saju) e da Coordenação do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci).
Crianças e adolescentes de Amargosa e municípios vizinhos terão um dia exclusivo para emitir carteira de identidade. No próximo sábado (7), o SAC promove o Projeto Pequeno Cidadão.
Em Amargosa, o atendimento será realizado no Ponto SAC, no Valle Shopping, das 8h às 14h, por ordem de chegada. A 1ª via do RG é gratuita. Porém, para a 2ª e demais vias é necessário pagar uma taxa de R$ 46,19.
Para fazer o RG é preciso apresentar os seguintes documentos: certidão de nascimento original; original e xerox do CPF; uma foto 3×4 recente.
O Projeto Pequeno Cidadão é uma iniciativa do Governo do Estado da Bahia para facilitar o acesso à documentação para crianças e adolescentes.
O vice-prefeito de Amargosa, Getúlio Sampaio, comandará o município pelos próximos 12 dias, de forma interina. O motivo é a viagem do prefeito Júlio Pinheiro para a China.
A transmissão de cargo aconteceu nesta quinta-feira (5), quando Júlio iniciou os preparativos para a ida ao país asiático.
“Estarei na China buscando investimentos para nossa cidade, que possam gerar emprego e renda para nossa gente. Mobilizei também outros prefeitos de cidades baianas. Quanto mais unidos estivermos, mais fortalecidos sairemos desta missão”, disse Júlio Pinheiro.
Ainda de acordo com o chefe do Executivo de Amargosa, esta é a primeira vez que uma missão de prefeitos da Bahia sai para buscar investidores além das fronteiras do Brasil.
O transplante de coração voltou a ser uma realidade na Bahia. Na quarta-feira (04), uma paciente de 49 anos, natural de São Felipe, que aguardava há uma semana na fila por um transplante, recebeu um novo coração e uma nova chance de continuar vivendo. O procedimento foi realizado no Hospital Ana Nery, unidade da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) em Salvador, e foi viabilizado graças à doação realizada por familiares de um paciente de 29 anos, vítima de Traumatismo Crânio Encefálico (TCE), que estava internado no Hospital Clériston Andrade, em Feira de Santana.
Para o transporte do órgão doado, a equipe do Hospital Clériston Andrade contou com o apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF), que realizou a escolta da ambulância que levava o coração até o Hospital Ana Nery, em Salvador, onde o transplante pode ser realizado em tempo hábil. Todo o procedimento de captação precisa acontecer em quatro horas, tempo máximo que o coração pode ficar armazenado. “A cirurgia durou cerca de cinco horas e foi um sucesso. A paciente passa muito bem”, explicou o médico Filinto Marques, membro da equipe do Ana Nery.
Secretária da Saúde da Bahia, Roberta Santana comemorou a retomada do transplante cardíaco em solo baiano. “Hoje é um dia de muita alegria para todos nós. Através de uma família que se dispôs a doar, conseguimos salvar uma vida. Estamos muito felizes com a retomada do transplante cardíaco e com a possibilidade de garantir a realização do procedimento no próprio estado. Esse é o Sistema Único de Saúde que trabalhamos diariamente para construir”, disse.
A paciente transplantada era acompanhada pelo Ambulatório de Insuficiência Cardíaca do Ana Nery, onde realizou uma série de exames para, assim, se tornar apta para a cirurgia. Nos últimos anos, o Governo da Bahia investiu mais de R$ 9,2 milhões em incentivo financeiro para instituições filantrópicas e privadas que realizam transplantes no Estado, além de campanhas de sensibilização da sociedade e treinamentos para a preparação de profissionais de saúde.
Mais de 15 profissionais envolvidos
Referência em cardiologia no Estado, desde o mês de setembro o Hospital Ana Nery já estava com tudo pronto para retomada do serviço. Ao todo, uma equipe multidisciplinar com 15 profissionais de saúde especializados em transplante são responsáveis por conduzir os procedimentos, como explica o Coordenador do Programa de Insuficiência Cardíaca Avançada do Hospital Ana Nery e diretor da unidade, Luiz Carlos Santana.
“A equipe conta com quatro cirurgiões cardíacos, dois médicos especialistas em insuficiência cardíaca, dois enfermeiros, fisioterapeutas e anestesistas envolvidos diretamente no cuidado, na operação de captação e de execução do processo de transplante. Para além disso, outros setores do hospital também estão preparados, são diversas especialidades envolvidas para oferecer o tratamento adequado aos pacientes do pré ao pós-transplante”, explicou o diretor.
Dados do Sistema Estadual de Transplantes, mostram que, até agosto de 2023, a Bahia realizou 701 transplantes, sendo 27 de fígado, 210 de rim, 362 de córnea e outros 102 de medula óssea. Atualmente, o Estado realiza cinco tipos de procedimentos: coração, córnea, rim, fígado e medula. No período, o número de doadores de múltiplos órgãos aumentou de forma considerável, saltando de apenas três no primeiro mês do ano para 19 em agosto.
Atualmente, a Bahia conta com uma rede com 23 centros transplantadores, sendo que sete oferecem atendimento pelo SUS. Desses, três são unidades públicas: o Hospital Geral Roberto Santos, o Hospital Ana Nery e o Hospital Universitário Professor Edgard Santos. Além deles, integram a rede os hospitais filantrópicos Martagão Gesteira, em Salvador, e Dom Pedro de Alcântara, em Feira de Santana, e os privados IBR, de Vitória da Conquista, e Hospital Português, na capital.
Procedimento garantido
Mesmo durante o período em que a Bahia ficou sem realizar o transplante cardíaco, a população continuou sendo assistida e tendo o procedimento assegurado através do Tratamento Fora do Domicílio, o TFD.
“O TFD é realizado não só por transplante, mas para qualquer situação de saúde em que o estado não tem aquele tratamento. Então quando o estado não dispõe do tratamento ele encaminha para outra Federação, no caso dos transplantes para estados como Pernambuco, São Paulo, Ceará e Brasília. Nesse processo de ir para outro estado, o paciente vai sendo integralmente custeado pelo Estado de origem, no caso nosso a Bahia”, explica o coordenador do Sistema, Eraldo Moura.
A prefeitura de Mutuípe, no Vale do Jiquiriçá, divulgou nesta quarta-feira (4) os nomes de mais três atrações para a micareta da cidade, que será realizada de 12 a 15 de outubro.
Além da banda de forró Estakazero, comandada por Léo Macedo, foram confirmados os cantores TK O Rei do Bar e Maria Nicoly.
Antes, já haviam sido anunciados La Fúria, Cheiro de Amor, Psirico, Dan Valente, Saiddy Bamba, Samba do Di, Fábio Batista e o Pretinho, Valney e Banda, Pegada Black.
A micareta de Mutuípe, chamada de Mutuípe Folia, atrai foliões do município e de outras cidades da região.
Com apenas 16 anos, a estudante Ana Julia Nascimento de Jesus é apaixonada pela sanfona e já decidiu o que quer fazer na vida: muito forró. Mas ser uma sanfoneira não é fácil e nem tão acessível. Por isso, a jovem criou uma campanha na internet com o objetivo de arrecadar doações para a compra do instrumento, que também é chamado de acordeão ou acordeon.
Natural de Cruz das Almas, no Recôncavo Baiano, Julia usava uma sanfona emprestada para se apresentar em eventos e também na rua. Mas o acordeão quebrou e interrompeu o sonho da adolescente.
Inicialmente, a vaquinha ‘Uma sanfona para Julinha’ pretendia angariar o valor de R$ 15 mil para adquirir um novo acordeão profissional de 120 baixos, que garante maior alcance das notas musicais graves.
A campanha rapidamente foi abraçada pelos moradores da cidade e começou a viralizar com uma grande mobilização virtual. O sonho da jovem gerou uma corrente solidária e sensibilizou artistas locais e outros músicos da região, como Targino Gondim.
Graças a essa união, Julinha foi convidada para participar da V Edição do Festival da Sanfona, no município de Dom Inocêncio, Piauí, que aconteceu nos dias 22 e 23 de setembro. Lá, a jovem forrozeira conseguiu comprar uma sanfona semiprofissional usada com R$2 mil arrecadados na vaquinha e outros R$500 de doação dos músicos do festival.
“Ela custou R$ 3,5 mil. A gente tá devendo ainda R$ 1 mil pela sanfona. Lógico que é só o começo e eu tenho muito o que aprender. No futuro próximo eu posso procurar uma sanfona profissional, mas no momento essa sanfona está me quebrando um grande galho”, garantiu a artista.
Agora, Julia comemora a conquista e demonstra gratidão a todos que ajudaram com a vaquinha e no seu desenvolvimento musical e artístico. “Deixo todos meus agradecimentos a Paulinha Oliveira Forrozeira, a Sandrinho do Acordeon, lá de Dom Inocêncio, e a ‘seu’ Salvador Nunes, que é o pai de Sandrinho, que puderam contribuir de maneira especial na realização desse sonho”, lembrou.
Filha da diarista Edivalda Ribeiro e do padeiro Luiz Santos, a jovem conta que a ideia da vaquinha veio da mãe após o antigo instrumento cedido pela sua irmã mais velha, Juliana, ficar danificado. A família tem poucos recursos financeiros e mora no bairro do Itapicuru, localidade humilde na cidade.
“Essa vaquinha virtual fui eu quem deu a ideia porque a sanfona quebrou e ela estava com uma emprestada, mas teve que devolver. Minha filha estava muito triste, muito borocoxô dentro de casa”, relata dona Edivalda.
Não é coisa de momento.
Não é coisa de momento e nem mania que dá e passa, feito brincadeira. Aluna do 2º ano do Ensino Médio no Colégio Estadual Dr. Lauro Passos, Julia começou a cantar aos seis anos, mas só se interessou pela sanfona depois que viu as tentativas de sua irmã de adquirir habilidades com o instrumento.
A canção ‘Espumas ao Vento’, eternizada pelo forrozeiro Flávio José, foi uma das primeiras que Julia aprendeu a tocar quando estava com 13 anos, no início de 2020. Assim, ela descobriu o forró e começou a se interessar ainda mais pelo fole e por outros artistas de ritmos nordestinos.
“Sou autodidata e pude aprender sozinha no meu quarto a tocar uma sanfona emprestada. Era velha, com fole furado, toda remendada de arame, mas fui pegando o jeito, aprendendo algumas notinhas e desabrochando até que algumas pessoas me descobriram”, relata a jovem no vídeo de divulgação da vaquinha.
Ela leva a sério seu sonho e quer seguir a carreira musical com profissionalismo. Além da admiração pelos ilustres sanfoneiros Luiz Gonzaga, Dominguinhos e Dorgival Dantas, Julinha Sanfoneira revela que a artista paraibana Lucy Alves é sua grande inspiração feminina na música.
“A sanfona é um pouquinho difícil, tem que ter coordenação motora, é um instrumento desafiador. Escolhi a sanfona por ser um instrumento que a gente não vê muitas meninas e mulheres tocando hoje em dia, principalmente aqui na minha cidade”, observa.
Em agosto, a jovem forrozeira cruzalmense foi convidada para tocar junto com seu conterrâneo sanfoneiro Jefinho Dias durante um evento em comemoração ao aniversário do artista.
“A primeira vez que eu a vi foi naquele dia. Algumas pessoas já tinham comentado comigo sobre ela e aí eu fiz o convite através do Instagram”, disse Jefinho, que é diretor musical e toca na banda do cantor Adelmario Coelho.
Apesar de muitas pessoas acreditarem que os cigarros eletrônicos são uma alternativa “mais segura” aos produtos tradicionais de tabaco, o número crescente de evidências recentes revela que esses dispositivos podem representar uma ameaça ainda maior para a saúde.
Sob diversas nomenclaturas, como vapes e pods, esses dispositivos ganharam popularidade nos últimos anos, mas suas consequências para a saúde são preocupantes. De acordo com uma pesquisa conduzida pelo Programa de Tratamento do Tabagismo do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas, os níveis de nicotina encontrados em usuários do vape equivalem ao consumo de 20 cigarros convencionais por dia.
Com teores de nicotina que podem chegar a 90 mg, equivalentes a 4,5 maços do cigarro tradicional, a presença de outras substâncias adicionadas nos aparelhos para intensificar a sensação de prazer pode levar a uma dependência ainda mais intensa.
Além de os estudos e evidências recentes sugerirem que os cigarros eletrônicos podem ser responsáveis por doenças cardiovasculares, pulmonares e inflamações, que aumentam os riscos de câncer, os cigarros eletrônicos também causam danos à saúde bucal. “Devido ao alto teor de açúcar e à consistência viscosa do vapor, resíduos são depositados nos dentes, tornando-os mais sensíveis. Isso afeta o paladar, o olfato, causa desidratação e ainda potencializa os riscos de cáries”, explica o dentista e especialista em Saúde Coletiva da Neodent, João Piscinini.
Embora a comercialização, importação e propaganda de todos os tipos de dispositivos eletrônicos para fumar sejam proibidas no Brasil pela Anvisa, o número de usuários segue em crescimento. Em 2018, o Ipec constatou que 500 mil brasileiros eram consumidores de cigarros eletrônicos, e, em 2022, esse número subiu para 2,2 milhões.
Conheça os 7 riscos do cigarro eletrônico para a saúde bucal
Doenças periodontais: o uso de cigarros eletrônicos altera as condições naturais da boca, facilitando o acúmulo de placa bacteriana, principal causa das doenças periodontais.
Retração gengival: a baixa irrigação das membranas mucosas bucais danifica o tecido, expondo a raiz do dente e aumentando a sensibilidade dentária, bem como o surgimento de cáries.
Escurecimento da gengiva e dos dentes: a nicotina se acumula na superfície dos dentes e adere ao esmalte dentário.
Língua de vape: o fumo excessivo dos vapes, devido às altas quantidades de nicotina e essências com sabores exóticos, compromete a capacidade de sentir o gosto.
Mau hálito: apesar dos aromatizantes nos vapes, a nicotina presente nos cigarros eletrônicos causa mau odor na cavidade bucal.
Xerostomia: a saliva é responsável pela limpeza natural da boca e pelo equilíbrio das bactérias. O uso de cigarros eletrônicos diminui sua produção em decorrência da nicotina, o que aumenta as chances de cáries, sensibilidade, feridas, fissuras e dificuldade para mastigar.
Inflamação na cavidade bucal: as substâncias químicas presentes no vapor dos e-cigarros causam inflamação nas gengivas e na garganta, resultando dor e inchaço na região.
Sofrência, romantismo e nostalgia marcaram a gravação do DVD de 20 anos de carreira do cantor Pablo, em Manaus (AM), no último sábado (30). Segundo a organização, a bilheteria foi esgotada e mais de 30 mil pessoas lotaram a Arena da Amazônia.
Em Manaus, os fãs puderam comemorar o sucesso de duas décadas junto com o “rei da sofrência” e dono da voz romântica do arrocha.
A gravação do DVD durou cerca de duas horas. Por volta das 1h20 de domingo, os fogos de artifícios anunciaram a presença de Pablo no palco.
Os sucessos consagrados como “Porque Homem Não Chora”, “Vingança de Amor”, “Bilu Bilu”, “Tomara”, “Deixa de Caô”, “Nunca mais”, “Você não quer me ouvir” e “Mentiroso favorito”, não faltaram no repertório.
Pablo será uma das atrações da Jegada, que será realizada em Elísio Medrado, no dia 9 de dezembro. Além dele, também estão confirmados Iguinho e Lulinha, Klessinha, Toque Dez, Kart Love e Oh Polêmico.