A prefeitura de Mutuípe, no Vale do Jiquiriçá, divulgou nesta quarta-feira (4) os nomes de mais três atrações para a micareta da cidade, que será realizada de 12 a 15 de outubro.
Além da banda de forró Estakazero, comandada por Léo Macedo, foram confirmados os cantores TK O Rei do Bar e Maria Nicoly.
Antes, já haviam sido anunciados La Fúria, Cheiro de Amor, Psirico, Dan Valente, Saiddy Bamba, Samba do Di, Fábio Batista e o Pretinho, Valney e Banda, Pegada Black.
A micareta de Mutuípe, chamada de Mutuípe Folia, atrai foliões do município e de outras cidades da região.
Com apenas 16 anos, a estudante Ana Julia Nascimento de Jesus é apaixonada pela sanfona e já decidiu o que quer fazer na vida: muito forró. Mas ser uma sanfoneira não é fácil e nem tão acessível. Por isso, a jovem criou uma campanha na internet com o objetivo de arrecadar doações para a compra do instrumento, que também é chamado de acordeão ou acordeon.
Natural de Cruz das Almas, no Recôncavo Baiano, Julia usava uma sanfona emprestada para se apresentar em eventos e também na rua. Mas o acordeão quebrou e interrompeu o sonho da adolescente.
Inicialmente, a vaquinha ‘Uma sanfona para Julinha’ pretendia angariar o valor de R$ 15 mil para adquirir um novo acordeão profissional de 120 baixos, que garante maior alcance das notas musicais graves.
A campanha rapidamente foi abraçada pelos moradores da cidade e começou a viralizar com uma grande mobilização virtual. O sonho da jovem gerou uma corrente solidária e sensibilizou artistas locais e outros músicos da região, como Targino Gondim.
Graças a essa união, Julinha foi convidada para participar da V Edição do Festival da Sanfona, no município de Dom Inocêncio, Piauí, que aconteceu nos dias 22 e 23 de setembro. Lá, a jovem forrozeira conseguiu comprar uma sanfona semiprofissional usada com R$2 mil arrecadados na vaquinha e outros R$500 de doação dos músicos do festival.
“Ela custou R$ 3,5 mil. A gente tá devendo ainda R$ 1 mil pela sanfona. Lógico que é só o começo e eu tenho muito o que aprender. No futuro próximo eu posso procurar uma sanfona profissional, mas no momento essa sanfona está me quebrando um grande galho”, garantiu a artista.
Agora, Julia comemora a conquista e demonstra gratidão a todos que ajudaram com a vaquinha e no seu desenvolvimento musical e artístico. “Deixo todos meus agradecimentos a Paulinha Oliveira Forrozeira, a Sandrinho do Acordeon, lá de Dom Inocêncio, e a ‘seu’ Salvador Nunes, que é o pai de Sandrinho, que puderam contribuir de maneira especial na realização desse sonho”, lembrou.
Filha da diarista Edivalda Ribeiro e do padeiro Luiz Santos, a jovem conta que a ideia da vaquinha veio da mãe após o antigo instrumento cedido pela sua irmã mais velha, Juliana, ficar danificado. A família tem poucos recursos financeiros e mora no bairro do Itapicuru, localidade humilde na cidade.
“Essa vaquinha virtual fui eu quem deu a ideia porque a sanfona quebrou e ela estava com uma emprestada, mas teve que devolver. Minha filha estava muito triste, muito borocoxô dentro de casa”, relata dona Edivalda.
Não é coisa de momento.
Não é coisa de momento e nem mania que dá e passa, feito brincadeira. Aluna do 2º ano do Ensino Médio no Colégio Estadual Dr. Lauro Passos, Julia começou a cantar aos seis anos, mas só se interessou pela sanfona depois que viu as tentativas de sua irmã de adquirir habilidades com o instrumento.
A canção ‘Espumas ao Vento’, eternizada pelo forrozeiro Flávio José, foi uma das primeiras que Julia aprendeu a tocar quando estava com 13 anos, no início de 2020. Assim, ela descobriu o forró e começou a se interessar ainda mais pelo fole e por outros artistas de ritmos nordestinos.
“Sou autodidata e pude aprender sozinha no meu quarto a tocar uma sanfona emprestada. Era velha, com fole furado, toda remendada de arame, mas fui pegando o jeito, aprendendo algumas notinhas e desabrochando até que algumas pessoas me descobriram”, relata a jovem no vídeo de divulgação da vaquinha.
Ela leva a sério seu sonho e quer seguir a carreira musical com profissionalismo. Além da admiração pelos ilustres sanfoneiros Luiz Gonzaga, Dominguinhos e Dorgival Dantas, Julinha Sanfoneira revela que a artista paraibana Lucy Alves é sua grande inspiração feminina na música.
“A sanfona é um pouquinho difícil, tem que ter coordenação motora, é um instrumento desafiador. Escolhi a sanfona por ser um instrumento que a gente não vê muitas meninas e mulheres tocando hoje em dia, principalmente aqui na minha cidade”, observa.
Em agosto, a jovem forrozeira cruzalmense foi convidada para tocar junto com seu conterrâneo sanfoneiro Jefinho Dias durante um evento em comemoração ao aniversário do artista.
“A primeira vez que eu a vi foi naquele dia. Algumas pessoas já tinham comentado comigo sobre ela e aí eu fiz o convite através do Instagram”, disse Jefinho, que é diretor musical e toca na banda do cantor Adelmario Coelho.
Apesar de muitas pessoas acreditarem que os cigarros eletrônicos são uma alternativa “mais segura” aos produtos tradicionais de tabaco, o número crescente de evidências recentes revela que esses dispositivos podem representar uma ameaça ainda maior para a saúde.
Sob diversas nomenclaturas, como vapes e pods, esses dispositivos ganharam popularidade nos últimos anos, mas suas consequências para a saúde são preocupantes. De acordo com uma pesquisa conduzida pelo Programa de Tratamento do Tabagismo do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas, os níveis de nicotina encontrados em usuários do vape equivalem ao consumo de 20 cigarros convencionais por dia.
Com teores de nicotina que podem chegar a 90 mg, equivalentes a 4,5 maços do cigarro tradicional, a presença de outras substâncias adicionadas nos aparelhos para intensificar a sensação de prazer pode levar a uma dependência ainda mais intensa.
Além de os estudos e evidências recentes sugerirem que os cigarros eletrônicos podem ser responsáveis por doenças cardiovasculares, pulmonares e inflamações, que aumentam os riscos de câncer, os cigarros eletrônicos também causam danos à saúde bucal. “Devido ao alto teor de açúcar e à consistência viscosa do vapor, resíduos são depositados nos dentes, tornando-os mais sensíveis. Isso afeta o paladar, o olfato, causa desidratação e ainda potencializa os riscos de cáries”, explica o dentista e especialista em Saúde Coletiva da Neodent, João Piscinini.
Embora a comercialização, importação e propaganda de todos os tipos de dispositivos eletrônicos para fumar sejam proibidas no Brasil pela Anvisa, o número de usuários segue em crescimento. Em 2018, o Ipec constatou que 500 mil brasileiros eram consumidores de cigarros eletrônicos, e, em 2022, esse número subiu para 2,2 milhões.
Conheça os 7 riscos do cigarro eletrônico para a saúde bucal
Doenças periodontais: o uso de cigarros eletrônicos altera as condições naturais da boca, facilitando o acúmulo de placa bacteriana, principal causa das doenças periodontais.
Retração gengival: a baixa irrigação das membranas mucosas bucais danifica o tecido, expondo a raiz do dente e aumentando a sensibilidade dentária, bem como o surgimento de cáries.
Escurecimento da gengiva e dos dentes: a nicotina se acumula na superfície dos dentes e adere ao esmalte dentário.
Língua de vape: o fumo excessivo dos vapes, devido às altas quantidades de nicotina e essências com sabores exóticos, compromete a capacidade de sentir o gosto.
Mau hálito: apesar dos aromatizantes nos vapes, a nicotina presente nos cigarros eletrônicos causa mau odor na cavidade bucal.
Xerostomia: a saliva é responsável pela limpeza natural da boca e pelo equilíbrio das bactérias. O uso de cigarros eletrônicos diminui sua produção em decorrência da nicotina, o que aumenta as chances de cáries, sensibilidade, feridas, fissuras e dificuldade para mastigar.
Inflamação na cavidade bucal: as substâncias químicas presentes no vapor dos e-cigarros causam inflamação nas gengivas e na garganta, resultando dor e inchaço na região.
Sofrência, romantismo e nostalgia marcaram a gravação do DVD de 20 anos de carreira do cantor Pablo, em Manaus (AM), no último sábado (30). Segundo a organização, a bilheteria foi esgotada e mais de 30 mil pessoas lotaram a Arena da Amazônia.
Em Manaus, os fãs puderam comemorar o sucesso de duas décadas junto com o “rei da sofrência” e dono da voz romântica do arrocha.
A gravação do DVD durou cerca de duas horas. Por volta das 1h20 de domingo, os fogos de artifícios anunciaram a presença de Pablo no palco.
Os sucessos consagrados como “Porque Homem Não Chora”, “Vingança de Amor”, “Bilu Bilu”, “Tomara”, “Deixa de Caô”, “Nunca mais”, “Você não quer me ouvir” e “Mentiroso favorito”, não faltaram no repertório.
Pablo será uma das atrações da Jegada, que será realizada em Elísio Medrado, no dia 9 de dezembro. Além dele, também estão confirmados Iguinho e Lulinha, Klessinha, Toque Dez, Kart Love e Oh Polêmico.
Famílias que vivem em imóveis próximos de rodovias administradas pela concessionária Via Bahia, inclusive a BR-116, em Santa Teresinha, foram notificadas para deixar as residências e estabelecimentos comerciais. A decisão está prevista em um contrato feito entre a concessionária e a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).
A decisão parte do princípio que os imóveis estão localizados na chamada faixa de domínio, um espaço que vai do meio da via até 40 metros para direita e para a esquerda, e que não pode ser ocupado. Nos 680 km administradas pela Via Bahia, há cerca de 2 mil casas, em 27 municípios.
As primeiras notificações foram entregues em Santa Teresinha e Santo Estevão. Em Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador, alguns moradores também já foram avisados sobre a desocupação.
De acordo com o defensor público André Porciúncula, as famílias só devem ser retiradas do local quando for comprovado que a região onde os imóveis foram construídos pertence à União. Além disso, no ponto de vista do defensor, as famílias devem ser indenizadas.
“Nós entendemos que não é cabível essa ação de reintegração de posse, porque a maioria dessas famílias já estão ali há mais de 20 anos”, afirmou.
O advogado da Via Bahia, Hederverton Andrade, explica que caso a decisão contratual de com a ANTT não seja cumprida, a concessionária pode perder a concessão.
“Em razão da grande ocupação, da complexidade do processo, nós pedimos uma ampliação de prazo para a ANTT, o que foi concedido. A ANTT seguiu nos cobrando adoção medidas para desocupar essas áreas e a boa notícia é que os novos acordos prevê a possibilidade de que algum valor seja pago”, afirmou.
Desde o ocorrido, todas as unidades do Comando de Policiamento Regional do Recôncavo estavam em diligências para localizar o suspeito do crime.
De acordo com a Polícia Militar, o policial seria ouvido na delegacia de Santo Antônio de Jesus e, posteriormente, conduzido à sede da Corregedoria, em Salvador, onde ficaria custodiado e à disposição da Justiça.
Profissionais da confeitaria, panificação e gastronomia da Bahia se reúnem na próxima sexta-feira (6) e sábado (7), no Clube dos 100, em Santo Antônio de Jesus, para a Bahia Expo Cake.
O evento, que é gratuito, contará com exposição de bolos, empresas expondo seus produtos e uma batalha de confeiteiros.
A Bahia Expo Cake é um encontro perfeito para quem deseja aprender, se especializar e profissionalizar-se. Os maiores nomes da confeitaria baiana estarão e Santo Antônio de Jesus.
A Bahia Expo Cake contará com a participação de confeiteiros de Salvador, Feira de Santana, Cruz das Almas, Amargosa, Gandu, Chapada de Diamantina e muito mais.
O evento será realizado das 13h às 20h, no Clube dos 100, localizado na Rua Lomanto Júnior, s/n , bairro São Cristóvão.
Serviço
Bahia Expo Cake
Data: 6 e 7 de outubro (sexta e sábado)
Horário: 13h às 20h
Local: Clube dos 100
Endereço: Rua Lomanto Júnior, s/n – São Cristovão, Santo Antônio de Jesus
Um homem foi morto e outras três pessoas ficaram feridas após um ataque a tiros, na noite de domingo (1°), na Praça Renato Machado, no Centro de Santo Antônio de Jesus (SAJ).
A vítima que morreu foi identificada como Luiz Henrique Ribeiro dos Santos, de 29 anos. Ele foi atingido por vários tiros e morreu no local.
Os demais feridos foram socorridos pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e levados para o Hospital Regional de Santo Antônio de Jesus.
A Polícia Civil investiga o caso. De acordo com informações preliminares, as pessoas estavam em um bar e o ataque aconteceu após uma discussão. Ninguém foi preso até a manhã desta segunda-feira (2).
Amado por muitos, odiado por outros tantos, o horário de verão foi por muito tempo motivo de discussões e polêmicas entre os brasileiros. Muita gente gostava de aproveitar o período mais quente do ano e curtir o fim de tarde mais longo para praticar esportes ou em um happy hour com amigos. Mas quem acorda cedo para trabalhar reclamava das manhãs mais escuras, com o adiantamento do relógio em 1 hora.
Preferências à parte, havia razões técnicas para que o governo determinasse a adoção da medida, que vigorou no país todos os anos de 1985 até 2018. Em 2019, a medida foi extinta pelo então presidente Jair Bolsonaro e, neste ano, apesar da troca de governo, não há sinais de que o horário de verão possa ser adotado novamente.
Tanto a área técnica do Ministério de Minas e Energia quanto o próprio ministro da pasta já falaram que, por enquanto, não há necessidade de adiantar os relógios neste ano, principalmente por causa das boas condições atuais de suprimento energético do país. A pasta diz que o planejamento seguro implantado desde os primeiros meses do governo garante essa condição.
O ministro Alexandre Silveira também diz que não há sinais de que será necessário adotar o horário de verão este ano, porque os reservatórios das usinas hidrelétricas estão nas melhores condições de armazenamento de água dos últimos anos. “O horário de verão só acontecerá se houver sinais e evidências de uma necessidade de segurança de suprimento do setor elétrico brasileiro. Por enquanto, não há sinal nenhum nesse sentido. Estamos com os reservatórios no melhor momento dos últimos 10 anos”.
Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), os níveis de Energia Armazenada (EAR) nos reservatórios devem se manter acima de 70% em setembro na maioria das regiões, o que representa estabilidade no sistema. Para se ter uma ideia, em setembro de 2018, por exemplo, no último ano de implementação do horário de verão, a EAR dos reservatórios do subsistema Sudeste/Centro-Oeste, um dos mais importantes do país, estava em 24,5%. Este ano, esse percentual está em 73,1%.
Outro fator que serve como argumento para não retomar o horário de verão no Brasil é o aumento da oferta de energia elétrica nos últimos anos, com maior uso de usinas eólicas e solares. “O setor de energia que era quem dava a ordem, não está vendo a necessidade de dar essa ordem, não está vendo grandes ganhos com a medida”, diz o professor de Planejamento Energético Marcos Freitas, do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe/UFRJ).
Restam 16 seleções na disputa do Campeonato Intermunicipal 2023, que conheceu neste domingo (1º) as classificadas para as oitavas de final.
O Recôncavo baiano segue representado por quatro seleções: Castro Alves, Maragogipe, Cachoeira e Santo Amaro.
Avançaram para a próxima fase as seleções de Quijingue, Simões Filho, Castro Alves, Ipirá, Ipiaú, Maragogipe, Itamaraju, Porto Seguro, Valente, Serrinha, Coarací, Cachoeira, Itapitanga, Santo Amaro, Itapetinga e Crisópolis.
Os duelos e a tabela das oitavas de final serão divulgados em breve pela Federação Bahiana de Futebol.