Bahia derrota Atlético-MG e avança na Copa do Brasil Feminina


Graças a um gol da atacante Wendy Carballo, o Bahia derrotou Atlético-MG por 1 a 0, na noite desta terça-feira (16) no estádio Antônio Carneiro, em Alagoinhas (BA), e garantiu a classificação para as quartas de final da Copa do Brasil de futebol feminino.

Jogando na condição de mandantes, as Mulheres de Aço dominaram as ações desde os primeiros minutos de bola rolando. Porém, a equipe baiana só conseguiu garantir a vitória aos 28 minutos do segundo tempo, quando Wendy Carballo mostrou eficiência para superar a goleira Maike.

Leoas avançam

Outra equipe a avançar na Copa do Brasil foi o Sport, que bateu a Realidade Jovem pelo placar de 3 a 1 na Ilha do Retiro, em Recife (PE). As Leoas construíram a vitória com gols de Gessica, Bianquinha e Layza, enquanto Ingrid descoutou para a equipe de São Paulo.





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Tá quase? Veja quando Bolsonaro pode ser preso

Tânia Rego/Agência Brasil

O ex-presidente Jair Bolsonaro e outros sete condenados por participação na tentativa de golpe de Estado podem iniciar o cumprimento das penas até o fim deste ano, caso o Supremo Tribunal Federal (STF) rejeite os recursos das defesas.

Na última quinta-feira (11), a Primeira Turma da Corte fixou punições que variam de 16 a 27 anos de prisão em regime fechado. O processo segue em fase de recursos, mas a expectativa é que eles sejam analisados entre novembro e dezembro. Como o placar foi de 4 a 1, os réus não têm direito a levar o caso ao plenário.

Entre os condenados estão militares e delegados da Polícia Federal, que, por lei, podem cumprir pena em celas especiais, como na Papuda, na PF ou em instalações militares de Brasília. A decisão caberá ao relator Alexandre de Moraes.

Bolsonaro, que já está em prisão domiciliar por outro processo, também pode solicitar cumprir a nova condenação em casa, em razão de problemas de saúde. O pedido, no entanto, dependerá da análise de Moraes.

STF condena Bolsonaro a 27 anos e três meses de prisão

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou nesta quinta-feira (11) o ex-presidente Jair Bolsonaro a 27 anos e três meses de prisão em regime fechado.

A pena foi definida após o colegiado entrar na fase de fase da dosimetria das penas após a condenação dos oito réus da trama golpista.

Mais cedo, por 4 votos a 1, o colegiado condenou os acusados pelos crimes de crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado.

Quem são os oito condenados:

  1. Jair Bolsonaro – ex-presidente da República;
  2. Alexandre Ramagem – ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin);
  3. Almir Garnier – ex-comandante da Marinha;
  4. Anderson Torres – ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança do Distrito Federal;
  5. Augusto Heleno – ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI);
  6. Paulo Sérgio Nogueira – ex-ministro da Defesa;
  7. Walter Braga Netto – ex-ministro de Bolsonaro e candidato a vice na chapa de 2022;
  8. Mauro Cid – ex-ajudante de ordens de Bolsonaro. 

A exceção é Alexandre Ramagem, que foi condenado somente pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado. Deputado federal em exercício, ele foi beneficiado com a suspensão de parte das acusações e respondia somente a três dos cinco crimes imputados pela PGR.

Ministro Fux fala em ‘tsunami de dados’ e pede anulação de processo contra Bolsonaro

FABIO RODRIGUES-POZZEBOM/ AGÊNCIA BRASIL

O ministro Luiz Fux divergiu dos colegas do Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quarta-feira (10), ao reconhecer que houve cerceamento de defesa no processo que apura a suposta tentativa de golpe de Estado envolvendo Jair Bolsonaro e aliados.

Para Fux, o curto prazo dado às defesas para analisar mais de 70 terabytes de provas caracterizou falha processual. Ele votou pela anulação do caso até a fase de recebimento da denúncia, classificando o volume de informações disponibilizado de última hora como um “tsunami de dados”.

Na véspera, Alexandre de Moraes, relator da ação, e Flávio Dino rejeitaram as preliminares apresentadas pelos advogados e defenderam a condenação dos oito réus. O julgamento, iniciado em 2 de setembro, deve se estender até sexta-feira (12), com os votos ainda pendentes de Cármen Lúcia e Cristiano Zanin.

Além de Bolsonaro, respondem ao processo figuras como Anderson Torres, Walter Braga Netto, Mauro Cid, Augusto Heleno, Paulo Sérgio Nogueira, Almir Garnier e Alexandre Ramagem — este último beneficiado por foro parlamentar e acusado de apenas três dos cinco crimes listados pela Procuradoria-Geral da República.

Os réus podem ser condenados por organização criminosa, tentativa de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e outros crimes relacionados aos atos de 8 de janeiro de 2023.

Banco Central define limite de R$ 15 mil para operações via Pix e TED

O Banco Central estabeleceu nesta sexta-feira (5) um novo teto para transações eletrônicas realizadas por instituições financeiras sem autorização plena de funcionamento. A partir de agora, operações feitas por meio de Pix e TED terão valor máximo de R$ 15 mil por transação.

A medida também se estende a instituições que acessam a Rede do Sistema Financeiro Nacional através de Prestadores de Serviços de Tecnologia da Informação (PSTI). Segundo a autarquia, a iniciativa busca fortalecer o combate à lavagem de dinheiro e garantir maior controle sobre movimentações consideradas suspeitas.

De acordo com o BC, o limite será aplicado independentemente da finalidade da transferência, funcionando como um padrão de segurança adicional dentro do sistema financeiro nacional. A expectativa é que a mudança aumente a confiabilidade nas operações eletrônicas e reduza riscos ligados ao uso irregular das plataformas de pagamento.

Por que o julgamento de Bolsonaro é diferente do de Lula?

A diferença nas instâncias de julgamento de Jair Bolsonaro e, em 2017, Luiz Inácio Lula da Silva, tem uma explicação: a mudança nas regras de aplicação do foro privilegiado. Enquanto Lula foi julgado e condenado em primeira instância por acusações relacionadas à Operação Lava Jato, Bolsonaro está sendo julgado diretamente pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por uma suposta trama golpista. A mudança no entendimento jurídico sobre a prerrogativa de função explica a distinção entre os casos.

O que é o foro privilegiado?

O foro por prerrogativa de função, popularmente conhecido como foro privilegiado, é uma garantia constitucional que determina que certas autoridades, como o Presidente da República e parlamentares, sejam julgadas por tribunais superiores e não por juízes de primeira instância. O objetivo é proteger a função pública de possíveis perseguições políticas.

O caso Lula

Quando Lula foi acusado na Operação Lava Jato, o entendimento do STF era de que o foro privilegiado só se aplicava enquanto a autoridade estivesse no cargo. Como as acusações surgiram depois que Lula já havia deixado a Presidência, seus processos foram julgados na Justiça Federal de Curitiba. Em 2021, o STF anulou essas condenações, não por mérito das acusações, mas por considerar que o juiz responsável pelo caso, Sergio Moro, era incompetente para o julgamento.

O caso Bolsonaro e a regra atual

As regras mudaram. Em 2018, o STF restringiu o foro privilegiado apenas a crimes cometidos durante o exercício do mandato e que tivessem relação com a função. Em 2023, o tribunal foi além, decidindo que ex-autoridades continuariam a ser julgadas pelo STF caso o crime estivesse diretamente relacionado à função que exerciam, mesmo após a saída do cargo.

É justamente essa regra que se aplica a Jair Bolsonaro. As acusações da Procuradoria-Geral da República dizem respeito a supostos crimes cometidos durante o exercício da Presidência e que visavam o Estado Democrático de Direito. Por isso, o julgamento ocorre diretamente no STF.

A reavaliação das regras busca evitar que políticos renunciem para tentar mudar a jurisdição e atrasar processos, garantindo que crimes relacionados à função pública sejam julgados pela instância adequada, independentemente de a pessoa ainda estar no cargo.

Anvisa proíbe anel que permite medir glicose sem picada de agulha

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu o uso de alguns medidores de glicose sem o uso de agulha. Os produtos prometem, sem nenhuma base científica, medir os níveis de glicose, de oxigênio e atividade cardíaca por meio de um anel, sem precisar furar o dedo para retirar o sangue.

A medida proíbe a comercialização, distribuição, fabricação, importação, manipulação, propaganda e o uso dos seguintes produtos: Anel para Acupressão Glucomax; Glicomax, Glucomax e Glucomax Pro.

De acordo com a Anvisa, nenhum dos produtos tem eficácia comprovada e nem registro sanitário na agência. Eles estão sendo anunciados e colocados à venda em diversos sites de compras online e nas redes sociais como Instagram, Facebook e Tik Tok. Além disso, os anúncios utilizam imagens de pessoas famosas para enganar os consumidores.

Orientações

Produtos sem registro ou regularização não oferecem garantia de qualidade, segurança e eficácia, representando sérios riscos à saúde e por isso não devem ser utilizados. Denúncias sobre produtos irregulares devem ser feitas à Anvisa, por meio da Ouvidoria ou pela Central de Atendimento (0800 642 9782).

Entenda julgamento de Bolsonaro no STF

Agência Brasil

Começou nesta terça-feira (2), no Supremo Tribunal Federal (STF) o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e de sete réus pelo suposto plano de golpe de Estado que teria como objetivo anular as eleições de 2022.

A Primeira Turma do STF analisa a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR). O julgamento está previsto para se estender ao longo de cinco dias, com sessões divididas entre manhã e tarde.

Cronograma do julgamento:

  • 2 de setembro: 9h às 12h e 14h às 19h
  • 3 de setembro: 9h às 12h
  • 9 de setembro: 9h às 12h e 14h às 19h
  • 10 de setembro: 9h às 12h
  • 12 de setembro: 9h às 12h e 14h às 19h

Como acompanhar ao vivo

O julgamento é transmitido pela TV Justiça, pelo YouTube e TV aberta.

Quem são os réus

Além de Jair Bolsonaro, o julgamento envolve os principais integrantes do chamado núcleo central da suposta organização criminosa:

  • Anderson Torres (Justiça)
  • Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional)
  • Braga Netto (Casa Civil)
  • Paulo Sérgio Nogueira (Defesa)
  • Almir Garnier (ex-comandante da Marinha)
  • Alexandre Ramagem (ex-diretor da ABIN)
  • Mauro Cid (ex-ajudante de ordens de Bolsonaro)

A decisão final será tomada por maioria dos votos dos ministros, sendo necessário pelo menos três votos para condenação ou absolvição. O julgamento é considerado histórico e deve ter grande repercussão política no país.

William Bonner deixa o Jornal Nacional após quase três décadas; veja quem assume

Reprodução/TV Globo

O Jornal Nacional completou 56 anos nesta segunda-feira (1º), e a data foi marcada por um anúncio histórico: a saída de William Bonner da bancada. O jornalista permanecerá no comando até 3 de novembro, quando passará o posto para César Tralli, que dividirá a apresentação com Renata Vasconcellos.

Bonner esteve à frente do principal telejornal do país por 29 anos, sendo 26 deles também como editor-chefe. Segundo a Globo, sua decisão foi motivada pelo desejo de reduzir o ritmo da rotina diária e dedicar mais tempo à família e a projetos pessoais. A emissora ressaltou ainda que a mudança faz parte de uma transição planejada há cinco anos.

Com a saída do âncora, a chefia do JN também passará por mudanças. A atual editora-chefe adjunta, Cristiana Sousa Cruz, será a nova responsável pela condução editorial do telejornal. Já Bonner seguirá na Globo e tem presença confirmada no Globo Repórter a partir de 2026, ao lado de Sandra Annenberg.

Além da substituição no JN, a emissora anunciou ajustes em outros telejornais: Roberto Kovalick assume o comando do Jornal Hoje, enquanto Tiago Scheuer ficará à frente do Hora Um.

Na edição especial que celebrou os 56 anos do Jornal Nacional, Bonner teve uma despedida simbólica, marcada por homenagens ao jornalista que se tornou um dos rostos mais reconhecidos da TV brasileira.

Vereador quer proibir entrada de nordestinos em SC; entenda

Reprodução/Redes sociais

Em Joinville, Santa Catarina, o vereador Mateus Batista (União Brasil) apresentou um projeto de lei que propõe limitar a permanência de novos moradores vindos de outras regiões do país, especialmente do Norte e Nordeste. A iniciativa prevê que os recém-chegados comprovem residência no município em até 14 dias após a mudança, sob risco de não terem permanência legal.

Batista, ligado ao Movimento Brasil Livre (MBL), justificou a proposta argumentando que o fluxo migratório descontrolado poderia gerar pressão sobre os serviços públicos e sobrecarregar a infraestrutura da cidade. Segundo o parlamentar, a medida também se relaciona com questões do pacto federativo, já que, em sua visão, estados como Santa Catarina contribuem para a arrecadação federal e, ao mesmo tempo, recebem migrantes de regiões “mal admnistradas”.

O vereador afirmou que o projeto conta com apoio do deputado federal Kim Kataguiri (União-SP) e que se baseia em experiências internacionais, com o objetivo de regulamentar a migração e ajustar o que ele considera distorções no pacto federativo. Durante sessão da Câmara de Vereadores na segunda-feira (25), Batista destacou preocupações com o aumento populacional vindo de outros estados e citou dados de ocupação urbana em cidades do Norte do país.

A proposta gerou repercussão imediata nas redes sociais e na imprensa local, recebendo críticas de usuários e lideranças políticas.

Até o momento, a Câmara de Joinville ainda não anunciou uma data para a votação do projeto, que seguirá sendo discutido entre os vereadores e em audiências públicas.

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