O servidor público da prefeitura de Sapeaçu, identificado como José Paixão Barbosa dos Santos, popularmente conhecido como Bozo, foi encontrado morto, na manhã desta quinta-feira (29), no Mercado Municipal da cidade.
De acordo com o site Sapeaçu na Mídia, o homem foi morto a tiros no local de trabalho. A Polícia Militar esteve no local e isolou a área do crime até a remoção do corpo pelo Departamento de Polícia Técnica de Santo Antônio de Jesus.
O caso está sendo investigado pela Polícia Civil, que iniciou a coleta de informações sobre a morte.
Em sessão realizada nesta quinta-feira (29), a Câmara de Vereadores de Elísio Medrado aprovou a Lei nº 008, de autoria do Poder Executivo, que procede a abertura de crédito adicional de até R$ 80 mil para despesas com ações da Lei Aldir Blanc.
De acordo com a lei aprovada, os recursos destinados ao atendimento do crédito especial serão decorrentes da arrecadação da fonte, apurada no exercício de 2024.
A lei foi aprovada por todos os vereadores e vereadoras presentes e será sancionada pelo prefeito Linsmar Moura.
O empreendimento Moradas do Paraíso, que foi selecionado e publicado na Portaria 354/2024, do Ministério das Cidades, está no último estágio para que seja iniciada a construção dos 50 imóveis do Minha Casa, Minha Vida Rural, no município de Elísio Medrado.
Na terça-feira (20), o diretor de projetos da Fundação Antônio Almeida e Silva (Fundal), Humberto Araújo, participou de uma reunião com José Gilberto Bastos Reis, superintendente executivo de habitação da Caixa Econômica Federal, em Feira de Santana. No encontro, a Caixa apresentou algumas pendências de documentos dos beneficiários do Moradas do Paraíso. “Vamos resolver essas pendências documentais com as famílias até segunda-feira, dia 26. A partir daí, a Caixa terá 10 dias para validar a documentação e, em seguida, fazer a assinatura dos contratos”, explicou Humberto.
O empreendimento Moradas do Paraíso já passou e foi aprovado por três fases de análise de documentos: institucional, projeto de engenharia e projeto social. A análise de documentos dos beneficiários é a quarta e última fase. A ação ocorre em parceria com a Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente.
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Construção
Assim que os contratos entre os beneficiários e a Caixa forem assinados, a Fundal estará apta para iniciar a construção das 50 unidades imobiliárias. “Para que a economia de Elísio Medrado seja beneficiada, a mão de obra e parte do material para a construção serão daqui do município”, disse Humberto Araújo.
Cada imóvel construído terá um valor de R$ 75 mil, totalizando R$ 3,5 milhões de investimento. Como deixa claro o próprio nome do programa, a construção das casas será exclusivamente na zona rural de Elísio Medrado, em lotes indicados pelos beneficiários.
A população brasileira começará a diminuir a partir de 2042, segundo projeções divulgadas nesta quinta-feira (22) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Portanto, em 2041, o Brasil deverá atingir seu número máximo de habitantes, estimado em 220,43 milhões de pessoas.
De acordo com o IBGE, a previsão é de que a taxa de aumento populacional, que em 2024 deverá ser de cerca de 0,4%, diminua gradativamente até 2041. A partir de 2042, o índice de queda da população também deve cair de forma gradual e se aproximar de 0,7% ao ano em 2070, quando o total de habitantes do país deverá alcançar 199,23 milhões.
“No início dos anos 2000, a gente tinha uma taxa de crescimento acima de 1%. Estamos nos aproximando de zero. Em se tratando de Brasil, isso se dá principalmente pelo saldo de nascimentos e mortes. Nesse ponto [em 2042], o número de óbitos superaria os nascimentos”, afirma o pesquisador do IBGE Marcio Minamiguchi.
Três estados já devem começar a perder população ainda nesta década: Alagoas e Rio Grande do Sul (em 2027) e Rio de Janeiro (em 2028). Dois estados ainda devem manter crescimento populacional até a década de 2060: Roraima e Santa Catarina (até 2063). A população de Mato Grosso deverá continuar crescendo pelo menos até 2070 (o IBGE não projeta além desta data).
A previsão anterior, de 2020, era de que a população brasileira só começasse a cair em 2048, depois de atingir o pico de 233,23 milhões de pessoas em 2047 – ou seja, quase 13 milhões a mais e seis anos mais tarde do que a nova projeção).
As projeções divulgadas nesta quinta-feira se baseiam nas novas estimativas populacionais feitas pelo IBGE, com base nos dados do Censo 2000, 2010 e 2022, na Pesquisa de Pós-Enumeração do Censo (PPE, que corrigiu inconsistências do levantamento demográfico de 2022) e nos registros de nascimento, mortes e migração no pós-pandemia.
Estima-se, por exemplo, que a população do Brasil era de 210.862.983, em 1º de julho de 2022, acima dos 203 milhões calculados inicialmente pelo Censo 2022, um ajuste de 3,9%.
Reposição De acordo com Minamiguchi, a queda de população tem relação com a redução da taxa de fecundidade da mulher brasileira. Em 2023, a taxa chegou a 1,57 filho por mulher, bem abaixo da taxa considerada adequada para a reposição populacional (2,1 filhos por mulher).
Em 2000, o Brasil superava essa taxa, com 2,32 filhos por mulher, o que indicava a perspectiva de crescimento populacional para as décadas seguintes. Cinco anos depois, a taxa já havia caído para 1,95 filho, passando para 1,75 em 2010, 1,82 em 2015 e 1,66 em 2020.
Em 2000, apenas a região Sudeste estava ligeiramente abaixo da taxa de reposição, com 2,06 filhos por mulher. Em 2015, apenas a região Norte mantinha-se acima dessa taxa, com 2,16 filhos por mulher. Em 2020, já não havia nenhuma região com taxa acima de 2,1.
“Essa queda da fecundidade tem um histórico mais longo. Ela ganhou força na metade da década de 1960. Para a gente ter uma ideia, essa taxa, em 1960, era de 6,28 filhos por mulher”, disse a pesquisadora do IBGE Marla França.
Entre as unidades da federação, apenas Roraima ainda mantém taxa de fecundidade acima do nível de reposição em 2023, com 2,26 filhos por mulher. A menor taxa estava no Rio de Janeiro (1,39).
A projeção é de que a taxa de fecundidade no país continue a cair até 2041, quando deverá atingir a 1,44 filho por mulher, apresentando, depois disso, ligeiro aumento até 2070, quando chegará a 1,5.
O número de nascimentos, por ano, que era de 3,6 milhões em 2000, passou para 2,6 milhões em 2022 e deve chegar a 1,5 milhão em 2070.
Maternidade As novas projeções do IBGE também indicam aumento da idade média da maternidade. Em 2000, as mulheres tinham filhos com 25,3 anos, em média. Vinte anos depois, essa idade média passou para 27,7 anos. A previsão é de que, em 2070, chegue a 31,3 anos.
“Ao longo do tempo, a gente percebe que a fecundidade está envelhecendo. Hoje a gente tem a maior parte das mulheres tendo filhos de 25 a 29 anos. Isso se deve ao adiamento da maternidade que essas mulheres têm feito”, ressalta a pesquisadora do IBGE Luciene Longo.
A esperança de vida do brasileiro ao nascer, também conhecida como expectativa de vida, passou a ser de 76,4 anos. A estimativa é do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a partir de novas projeções populacionais, divulgadas nesta quinta-feira (22).
Os dados mostram que as expectativas de vida no país, para quem nasceu em 2023, são de 79,7 anos para as mulheres e de 73,1 anos para os homens.
O IBGE também divulgou dados revisados para a expectativa de vida referentes a anos anteriores. De acordo com o IBGE, em 2019, um ano antes da pandemia de covid-19, por exemplo, a estimativa era de 76,2 anos, de acordo com os dados revisados pelo instituto.
Pandemia Em 2020, a esperança de vida ao nascer recuou para 74,8 anos, caindo ainda mais em 2021, para 72,8 anos, ou seja, uma perda de 3,4 anos em relação a 2019. Em 2022, houve a primeira recuperação da expectativa de vida, que passou a ser de 75,4 anos, ainda abaixo de 2019.
Em 2023, a expectativa conseguiu, portanto, superar a estimativa de 2019. De acordo com as projeções do IBGE para as próximas décadas, a expectativa de vida deve chegar 77,8 anos em 2030, a 79,7 anos em 2040, a 81,3 anos em 2050, a 82,7 anos em 2060 e a 83,9 anos em 2070.
Para as mulheres, as projeções são de 81 anos em 2030, 82,6 anos em 2040, 84 anos em 2050, 85,2 anos em 2060 e 86,1 anos em 2070. Para os homens, as estimativas seriam de 74,6 anos em 2030, 76,7 anos em 2040, 78,6 anos em 2050, 80,2 anos em 2060 e 81,7 anos em 2070.
“A gente teve esse choque externo de mortalidade, que foi a pandemia. Observamos o efeito disso em 2021 e 2022 e, após esse período, a gente já está observando um retorno à tendência histórica. A gente projeta que a esperança de vida ao nascer vá aumentando ao longo do tempo e diminuindo o diferencial entre homens e mulheres, principalmente relacionado com uma diminuição dos óbitos por causas externas”, explica a pesquisadora do IBGE Cíntia Agostinho.
O aumento da expectativa de vida, associada à redução da taxa de fecundidade, leva a um envelhecimento da população. De acordo com o IBGE, a proporção de idosos (com 60 anos ou mais) no país passou de 8,7% em 2000 para 15,6% em 2023.
Em 2070, espera-se que 37,8% dos habitantes do país sejam idosos, ou seja, mais do que o dobro de hoje.
Idade média e mortalidade infantil A idade média da população, que era de 28,3 anos em 2000, subiu para 35,5 anos em 2023 e deve atingir os 48,4 anos em 2070.
A taxa de mortalidade infantil, que era de 28,1 por mil nascidos vivos, em 2000, passou para 12,4 por mil em 2022, sendo 13,4 para meninos e 11,4 para meninas. A projeção é de que, nas próximas décadas, a taxa continue caindo e, em 2070, atinja 5,8 por mil, sendo 6,1 para meninos e 5,4 para meninas.
O Centro de Tecnologia de Vacinas (CTVacinas) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) informou estar próximo de iniciar a última etapa no desenvolvimento de uma vacina nacional contra a mpox, os testes em humanos. “A equipe está produzindo o chamado Dossiê de Desenvolvimento Clínico de Medicamento (DDCM) para enviar à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e, assim, receber o sinal verde para começar os testes em humanos”, informou.
O imunizante brasileiro ganhou maior projeção depois que a mpox foi declarada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) emergência em saúde pública de importância internacional, em razão do risco de disseminação global e de uma potencial nova pandemia. A vacina nacional, entretanto, já vinha sendo desenvolvida há 2 anos, desde a primeira emergência global provocada pela doença.
De acordo com a UFMG, a dose brasileira utiliza um vírus atenuado e não replicativo, o que torna o imunizante “extremamente seguro”, inclusive para uso entre imunossuprimidos e gestantes. Os testes iniciais da vacina, segundo a universidade, apresentaram bons resultados, demonstrando “indução de neutralizantes, resposta celular e resposta robusta contra a doença”.
Nas redes sociais do CTVacinas, a líder da Plataforma de Vetores Virais e Expressão de Célula Eucariota, Karine Lourenço, explicou que, durante a fase de pesquisa, a vacina demonstrou ser “protetora e esterilizante”.
Segundo ela, o país já é capaz de produzir em larga escala a cepa atenuada do vírus vaccinia, gênero causador da doença. “Estamos prontos, em pouquíssimo tempo, para poder submeter essa vacina à Anvisa. E, quem sabe aí, o ensaio clínico”.
Prioridade Esta semana, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) informou que o imunizante nacional contra a mpox figura como uma das prioridades da Rede Vírus, comitê de especialistas em virologia criado para o desenvolvimento de diagnósticos, tratamentos, vacinas e produção de conteúdo sobre vírus emergentes no Brasil.
Em nota, a pasta destacou que, em 2022, o Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos doou para a UFMG material conhecido como semente do vírus da mpox, uma espécie de ponto de partida para o desenvolvimento do insumo farmacêutico ativo (IFA), matéria-prima utilizada na produção do imunizante.
“No momento, a pesquisa está na fase de estudo para o aumento da produção, verificando a obtenção de matéria-prima para atender a demanda em grande escala”, informou o ministério.
A dose, segundo a pasta, é composta por um vírus semelhante ao da mpox, atenuado através de passagens em um hospedeiro diferente, até que perdesse completamente a capacidade de se multiplicar em hospedeiros mamíferos, como o ser humano.
Outras vacinas De acordo com a OMS, existem, atualmente, duas vacinas disponíveis contra a mpox. Uma delas, a Jynneos, produzida pela farmacêutica dinarmaquesa Bavarian Nordic, também é composta pelo vírus atenuado e é recomendada para adultos, incluindo gestantes, lactantes e pessoas com HIV.
O segundo imunizante é o ACAM 2000, fabricado pela farmacêutica norte-americana Emergent BioSolutions, mas com diversas contra indicações, além de mais efeitos colaterais, já que é composta pelo vírus ativo, “se tornando assim, menos segura”, conforme avaliação do próprio MCTI.
Com a declaração de emergência global, o Ministério da Saúde anunciou que negocia a compra de 25 mil doses da Jynneos junto à Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). Desde 2023, quando a Anvisa aprovou o uso provisório do imunizante, o Brasil já recebeu cerca de 47 mil doses do imunizante e aplicou 29 mil.
Gustavo Barros da Rocha, estudante de 16 anos do Colégio Estadual Democrático Professor Rômulo Galvão, no município de Elísio Medrado, criou a plataforma LearnLoop para auxiliar na preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), com foco na temida prova de redação. Sua iniciativa destaca o protagonismo estudantil na criação de soluções para questões diversas que tenham reflexo na comunidade em que está inserido e o impacto positivo dos investimentos da Secretaria da Educação da Bahia (SEC) em programas que incentivam a inovação e a iniciação científica entre os alunos da rede estadual.
Para o gestor da unidade escolar, Ivan Silva, fornecer condições para que os estudantes compartilhem conhecimento com colegas da Bahia e de outros estados brasileiros é fundamental para que eles enxerguem na Educação Científica uma estratégia para a melhoria da qualidade de vida. “Somos um colégio relativamente pequeno, com 400 estudantes, mas alcançamos a 12ª colocação no IDEB da Bahia e somos, com 4,7 pontos, o maior do Vale do Jequiriçá”, comemora o gestor, se referindo aos resultados alcançados pelo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica – indicador nacional que possibilita o monitoramento da Educação, a partir do desempenho dos seus estudantes.
O destaque da LearnLoop é o Corretor de Redações, uma ferramenta que utiliza inteligência artificial para avaliar e corrigir redações de maneira personalizada, inclusive com base nos critérios do Enem. Com uma simples foto da redação manuscrita, o sistema digitaliza o texto, identifica erros, sugere melhorias, explica o conteúdo e até cria novos artigos a partir das ideias dos alunos. Esta inovação não apenas acelera o aprendizado, mas coloca o estudante no controle de seu próprio progresso, reforçando o protagonismo dos jovens na busca por melhores resultados.
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Gustavo criou o corretor inspirado em sua própria experiência ao se preparar para o Enem. Ele percebeu a dificuldade que muitos alunos enfrentam por não terem acesso a corretores qualificados. A LearnLoop surgiu para preencher essa lacuna, democratizando o acesso a feedbacks detalhados e permitindo que qualquer estudante, em qualquer lugar, possa melhorar suas redações e aumentar suas chances de sucesso. “Vou me aprofundar mais nessa ferramenta com o objetivo de melhorar cada vez mais sua funcionalidade”, revela o estudante, reafirmando o potencial dos jovens como agentes de transformação pela Educação.
Elísio Medrado tem 2 candidatos a prefeito e 41 a vereador(a) registrados para disputar as eleições do dia 6 de outubro, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
As listas de todos os candidatos estão disponíveis abaixo, com os nomes e os números de urna, os partidos e as situações de cada um (concorrendo ou inapto para concorrer).
Os dados poderão ser atualizados pelo TSE, posteriormente, pois, até o dia da votação, pode haver alterações.
As ordens em que os candidatos aparecem nas listas abaixo são as mesmas utilizadas pelo TSE.
Veja quem são os candidatos a prefeito em Elísio Medrado
Nome do candidato
Partido
Número de urna
Situação
LINSMAR MOURA
PSD
55
Concorrendo
ROBSON SOUZA
PP
11
Concorrendo
Veja quem são os candidatos a vereador(a) em Elísio Medrado
Mais uma vez, o Colégio Estadual Democrático Professor Rômulo Galvão, de Elísio Medrado, se destaca no cenário baiano. A unidade de ensino obteve nota 4.7 no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), referente ao ano de 2023.
O Rômulo Galvão ficou com a 12ª maior nota dentre as escolas públicas de Ensino Médio da Bahia. O colégio ficou na liderança em todo o Vale do Jiquiriçá.
O Ideb reúne, em um só indicador, os resultados de dois conceitos igualmente importantes para a qualidade da educação: o fluxo escolar e as médias de desempenho nas avaliações. O índice é calculado a partir dos dados sobre aprovação escolar, obtidos no Censo Escolar, e das médias de desempenho no Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb).
Essa conquista reafirma o histórico de excelência da escola, que pertence ao Núcleo Territorial de Amargosa (NTE 09). Em 2015, quando ainda ofertava o Ensino Fundamental, o Colégio Rômulo Galvão já se destacava, obtendo a segunda melhor nota em toda a Bahia, com um IDEB de 5,2. Em 2019, no Ensino Médio, a escola atingiu a nota 4,3, figurando na 5ª posição do estado.
Esses resultados são fruto do comprometimento dos alunos e do trabalho sério realizado por toda a equipe da unidade escolar. Através de uma gestão democrática, que valoriza e protagoniza as ações dos estudantes, o colégio continua a trilhar um caminho de sucesso e excelência.
“A comunidade escolar de Elísio Medrado está em festa com esse resultado, que é motivo de orgulho para pais, estudantes, funcionários, professores, colegiado escolar, coordenação pedagógica e equipe gestora. Parabéns a todos que contribuíram para essa vitória”, disse o gestor da unidade escolar, Ivan Silva.
Começa hoje (15) a emissão da nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) nos postos do Instituto de Identificação Pedro Mello nas unidades SAC Barreiras, Feira I e II, Conquista I e II, Ilhéus, Irecê e Itabuna. O atendimento acontece apenas mediante agendamento prévio pelo Portal BA.GOV.BR ou aplicativo.
A CIN tem como número único de identificação o Cadastro de Pessoa Física (CPF), diminuindo a possibilidade de fraudes e problemas relacionados à multiplicidade de cadastro para e mesma pessoa.
A primeira via será gratuita para todos os cidadãos. Para emissão do novo documento são exigidas apenas as certidões de nascimento ou casamento. O formato atual da carteira de identidade terá validade até 2032.
Além de mais segurança, com a nova carteira, em sua versão digital acessada pelo GOV.BR, é possível a inclusão de outros números de documentos como CNH, carteira de trabalho, título de eleitor, certificado militar, também condições de saúde a exemplo do Transtorno do Espectro Autista (TEA), deficiências auditiva, visual, física e intelectual, a partir da apresentação de relatório médico e informações adicionais como tipo sanguíneo, fator RH e opção por ser doador de órgão.
Outra novidade é a inclusão do nome social a pedido do próprio cidadão, caso haja mudança de nome na certidão de nascimento fica valendo apenas este novo registro.
A CIN terá validade de acordo com a faixa etária do cidadão: de 0 a 12 anos, validade de 5 anos; 12 a 60 anos incompletos, validade de 10 anos; acima de 60 anos, validade indeterminada.