Dal escolhe deputado estadual Robinho para apoiar em Amargosa nas próximas eleições

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O deputado estadual Dal (PP) e pré-candidato a deputado federal apresentou, na noite deste sábado (12), em Amargosa, o nome do também deputado estadual que ele vai apoiar, nas próximas eleições, em outubro. O escolhido é o colega de partido Robinho, que tentará a reeleição.

Robinho foi apresentado ao grupo político na casa de Dal. Também participaram do encontro os vereadores de Amargosa, Eliezer Santana, Oldack Maia, Júnior Magrão e Marquinhos da Saúde.

Robinho é mineiro, de Nanuque, e foi prefeito do município de Nova Viçosa-BA, pelo PMDB, nos mandatos 2005-2008 e 2009-2012. Na Assembleia Legislativa da Bahia, tentará seu terceiro mandato.

Jerônimo Rodrigues é escolhido como pré-candidato do PT ao governo da Bahia

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O diretório do PT na Bahia tornou oficial, na tarde desta sexta-feira (11), a indicação do nome do secretário estadual de Educação, Jerônimo Rodrigues, como pré-candidato do partido na disputa ao governo do Estado.

Além de Jerônimo, o PT avaliava os nomes da prefeita de Lauro de Freitas, Moema Gramacho, e do secretário de Relações Institucionais, Luiz Caetano – que também já foi prefeito de Camaçari, quarto maior colégio eleitoral da Bahia.

A escolha por Jerônimo não encerra, porém, o impasse na base governista quanto à montagem da chapa majoritária, especialmente com a possibilidade real de o PP, do vice-governador João Leão deixar o grupo.

Bolsonaro confirma candidatura de João Roma ao governo da Bahia

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O presidente Jair Bolsonaro (PL) confirmou as especulações sobre o ministro da Cidadania, João Roma, disputar as eleições ao governo da Bahia. Em live na noite desta quinta-feira (10), pelas redes sociais, o presidente disse que Roma e outros seis ministros vão deixar o governo até o dia 2 de abril para se candidatar.

“No momento nós temos aqui sete ministros confirmados que se afastarão para se desincompatibilizar e concorrer então ao Senado ou ao governo do estado […] Na Bahia, João Roma governador”, disse Bolsonaro, ao ler uma lista com nome dos seus postulantes nos estados.

O presidente se mostrou mais entusiasmado com a candidatura do ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, ao governo de São Paulo, mas disse acreditar que seja possível que os outros candidatos também tenham chances. “Temos muita esperança no Tarcísio em São Paulo, mas todos esse aqui têm chances de se eleger, porque saem mostrando alguma coisa, o que ele fez”, disse o presidente.

Além de Roma, deixarão o governo:

– Damares Alves (Direitos Humanos), que disputará o governo do Amapá

– Gilson Machado (Turismo), Senador por Pernambuco

– Tarcísio de Freitas (Infraestrutura), governo de São Paulo

– Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional), Senado pelo Rio Grande do Norte

– Onyx Lorenzoni (Trabalho e Previdência), governo pelo Rio Grande do Sul

– Tereza Cristina (Agricultura), Senado pelo Mato Grosso do Sul

– Flávia Arruda (Secretaria de Governo), Senado pelo Distrito Federal

– Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia), deputado federal por São Paulo

Bahia.ba

Sandro Mototáxi é reeleito para a presidência da Câmara de Itatim

Foto: Reprodução/Itatim News

O vereador Alex Santos, conhecido como Sandro Mototáxi, foi reeleito presidente da Câmara de Vereadores de Itatim para o biênio 2023/2024, na noite desta quinta-feira (10).

A única chapa registrada obteve sete votos, tendo como presidente Alex Santos ‘Sandro Mototáxi’; vice-presidente Robson Nascimento ‘Robinho de Lôla’; 1° secretário Ademir Moura e 2° secretário, Derneval Sampaio o ‘Devá da Moleta’.

Dos nove vereadores, apenas Roberto de Jesus ‘Queber’ e José Machado ‘Roberto’, não compareceram à sessão.

Após a votação, o presidente reeleito discursou e reafirmou o compromisso em gerir a casa de forma responsável e presando pela ótima relação com seus pares, para que continuem trabalhando em unidade, tendo harmonia com o poder executivo.

Com informações do Itatim News

Senado adia votação de projeto que flexibiliza uso de armas de fogo

Em uma reunião tumultuada, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado concedeu hoje (9), pela terceira vez, vista [mais tempo para analisar a matéria] ao projeto de lei que altera o Estatuto do Desarmamento e flexibiliza o acesso a armas de fogo por caçadores, colecionadores e atiradores – os chamados CACs.

O impasse em relação ao parecer do senador Marcos Do Val (Podemos-ES) ocorreu porque, segundo a maioria dos membros do colegiado, o parlamentar descumpriu acordo firmado na sessão anterior, antes do carnaval.

Na versão apresentada hoje, além de fazer outras modificações no projeto que não tinham sido acordadas anteriormente, algumas mudanças prometidas não foram confirmadas. Do Val foi criticado, por exemplo, por ampliar o acesso de armas a pelo menos outras dez categorias, como defensores públicos, oficiais de justiça, parlamentares e advogados públicos.

“Acho, sim, que defensores públicos têm direito à posse e ao porte, mas não nesse projeto [sobre os CACs], não é o que estamos deliberando. Isso só vai judicializar o projeto. Não consigo entender por que os acordos pactuados depois não são cumpridos”, criticou a senadora Simone Tebet (MDB-MS).

O senador Fabiano Contarato (PT-ES) ressaltou que a proposta libera geral o porte de armas no Brasil. “A regra é a proibição do porte, e o que estamos vendo é essa flexibilização. E acordo tem que ser cumprido. Fizemos acordo de acatamento de três pontos e esses pontos não foram cumpridos”, criticou.

Um dos pontos não cumpridos cobrado por parlamentares foi a ida de uma comissão de senadores à Câmara dos Deputados para afinar pontos da matéria antes da votação na CCJ. Com isso, a ideia era criar um texto de consenso que viabilizasse a votação da proposta na Câmara tal qual como aprovada no Senado.

Outro lado

Senadores favoráveis ao texto apresentado hoje pelo relator tentaram rejeitar um novo pedido de vista e colocar o texto em votação, sob a alegação de que não havia mais respaldo no regimento do Senado para novo adiamento.

A questão acabou sendo decidida pelo plenário da CCJ depois de um requerimento, apresentado pela senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA), favorável a um novo pedido de vista do texto. O requerimento teve apoio de 15 dos 26 senadores e a apreciação da matéria foi de novo adiada.

Mudanças

No texto que está em discussão no Senado, Marcos Do Val acatou, até agora, integral ou parcialmente, ao menos 35 das 96 propostas de emendas ao texto. Uma delas limita o número de armas que podem ser registradas pelos CACs.

O texto da Câmara fixava um mínimo de 16 equipamentos, mas não previa um limite máximo para o arsenal. Agora, a ideia é que o Comando do Exército determine o quantitativo máximo, “assegurada a quantidade de 16 armas de calibre permitido ou restrito por acervo, das quais seis poderão ser de calibre restrito”.

O projeto também aumenta de cinco para dez anos a validade do documento de porte de arma de fogo curta para atiradores esportivos e reduz de cinco para um ano o período que o atirador esportivo deve aguardar, a partir da primeira emissão do Certificado de Registro, para que seja autorizado a portar arma de fogo.

Câmara aprova auxílio-aluguel para vítimas de violência doméstica

Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (9) projeto de lei que permite a autorização, pela Justiça, para o pagamento de aluguéis para mulheres vítimas de violência doméstica e familiar por até seis meses. A proposta segue para análise do Senado.

O texto inclui o pagamento de aluguel como uma das medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha. A proposta estabelece ainda que o valor seja fixado “em função da situação de vulnerabilidade social e econômica” da mulher.

O texto da relatora, deputada Lídice da Mata (PSB-BA), prevê que os recursos para o pagamento desse auxílio-aluguel virão de dotações orçamentárias do Sistema Único de Assistência Social (Suas).

Segundo a relatora, dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2021 indicam que o número de feminicídios ocorridos por ano, no Brasil, passou de 929 para 1.350, um aumento de 45%, no período de 2016 a 2020. O levantamento já considerada parte da crise sanitária provocada pela pandemia de Covid-19, que agravou o problema.

“É preciso agir urgentemente, a fim de oferecer condições materiais para que as mulheres possam ter condições de romper o ciclo de violência provocado por seus cônjuges e companheiros. Desse modo, certamente será possível reduzir o percentual de mulheres vítimas que nunca denunciam seus agressores, e que chega a 29%”, argumentou a deputada.

Lula ainda lidera intenções de voto em nova pesquisa

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ainda é o favorito nas intenções de voto para ganhar as eleições presidenciais de 2022, mas a diferença dele para o segundo candidato, o atual presidente Jair Bolsonaro (PL), teve queda considerável.

De acordo com um levantamento realizado de 3 a 8 de março pela Paraná Pesquisas e divulgado nesta quarta-feira (9), Lula possui 38,9% das intenções, contra 30,9% de Bolsonaro. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Na sequência, o ex-juiz Sergio Moro (Podemos) e o ex-governador Ciro Gomes (PDT) aparecem tecnicamente empatados, com 7,4% e 6,8%, respectivamente. O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), e o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), estão com 2,2% e 1,3%, respectivamente.

Em um segundo cenário, com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), no lugar de Leite, o petista tem 39% contra 31,1% do atual presidente.

Já em um terceiro cenário de primeiro turno, com apenas cinco candidatos, Lula tem 39,5% contra 31,4% de Bolsonaro, a maior diferença. Moro teria 7,8, encostado em Ciro, com 7,2. Por último, Doria fica com 2,3%.

Segundo turno

Em um eventual segundo turno entre Lula e Bolsonaro, o petista teria 46% contra 37,3% do atual mandatário. Pesquisa feita pelo mesmo instituto em fevereiro mostrava uma diferença de 14,4 pontos percentuais (48,8% a 34,4%).

O levantamento foi feito entre os dias 3 e 8 de março em 164 municípios dos 26 estados e do Distrito Federal por meio de entrevistas pessoais presenciais.

BNews

‘Tenho convicção de que vamos ganhar a eleição’, diz Rui Costa

O governador Rui Costa (PT) disse, nesta terça-feira (8), ter “convicção” de que o seu grupo sairá vencedor na disputa eleitoral pela sua sucessão no governo do estado.

“Eu tenho a convicção de que nós vamos ganhar a eleição. Mesma convicção que eu tinha em 2014. Eu tinha 4% e Paulo Souto, 68%. Todo mundo achava engraçado eu dizer que ia ganhar. Eu estou com a mesma convicção que nós vamos ganhar a eleição, embora eu não seja o candidato a governador”, afirmou o petista durante inaugurações no bairro Monte Serrat, em Salvador.

O PT ainda não definiu um nome para concorrer ao governo estadual. Após as negativas de Jaques Wagner e Otto Alencar, Jerônimo Rodrigues, Luiz Caetano e Moema Gramacho são os favoritos. A definição deve sair ainda esta semana.

Bolsonaro sanciona lei que prevê retorno de grávidas ao trabalho presencial

O presidente Jair Bolsonaro sancionou um projeto de lei que muda as regras para o afastamento da empregada gestante, inclusive a doméstica, das atividades laborais durante o período de pandemia. O texto determina o retorno presencial de trabalhadoras grávidas após a conclusão do esquema vacinal contra a covid-19, com duas doses ou dose única (no caso da vacina da Janssen).

A medida foi aprovada de forma definitiva pelo Congresso Nacional em fevereiro, modificando uma lei que estava em vigor desde o ano passado, e que garantia às mulheres grávidas o afastamento do trabalho presencial sem prejuízo do salário.

A nova lei, que será publicada no Diário Oficial de quinta-feira (10), estabelece as hipóteses em que o retorno ao regime presencial é obrigatório para mulheres grávidas: encerramento do estado de emergência; após a vacinação (a partir do dia em que o Ministério da Saúde considerar completa a imunização); se ela se recusar a se vacinar contra o novo coronavírus, com termo de responsabilidade; ou se houver aborto espontâneo com recebimento do salário-maternidade nas duas semanas de afastamento garantidas pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

O afastamento do trabalho presencial só continua mantido para a mulher que ainda não tenha completado o ciclo vacinal.

O texto considera que a opção por não se vacinar é uma “expressão do direito fundamental da liberdade de autodeterminação individual”. Segundo a medida, caso decida por não se imunizar, a gestante deve assinar um termo de responsabilidade e livre consentimento para o exercício do trabalho presencial.

Para os casos em que as atividades presenciais da trabalhadora não possam ser exercidas remotamente, ainda que se altere suas funções, respeitadas suas competências e condições pessoais, a situação deve ser considerada como gravidez de risco até a gestante completar a imunização e poder retornar ao trabalho presencial.

Durante esse período, ela deve receber o salário-maternidade desde o início do afastamento até 120 dias após o parto ou, se a empresa fizer parte do programa Empresa Cidadã de extensão da licença, por 180 dias. Entretanto, não poderá haver pagamento retroativo à data de publicação da lei.

Wagner diz que PT decidirá entre Caetano, Moema e Jerônimo para concorrer ao governo

Os planos do governador Rui Costa (PT) de disputar uma vaga no Senado saiu de vez das articulações na base governista baiana após a manutenção da recusa de Otto Alencar (PSD) em assumir a cabeça de chapa. Nesta segunda-feira (7), o senador Jaques Wagner (PT) confirmou que o gestor permanecerá no cargo até o final do mandato.

Segundo Wagner, o Partido dos Trabalhadores decidirá, já nos próximos dias, o nome da legenda. A escolha se dará entre Caetano, secretário de Relações Institucionais, Moema Gramacho, prefeita de Lauro de Freitas, e Jerônimo Rodrigues, secretário da Educação.

“Rui decidiu, vai ficar sentado na cadeira até o final. E nós essa semana vamos apresentar o nome do PT para a cabeça de chapa. Ele na cadeira vai querer fazer alguém do partido. Aí vai ter que conversar de novo com PP e PSD para ver como a gente ajusta a chapa”, disse Wagner à “Metrópole”.

“Basicamente se tem três nomes. Então não é difícil. Pesa muito a vontade de quem está sentado na cadeira”, pontuou.

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