A tragédia que chocou a Bahia no último domingo (31), na BR-116, ganhou contornos ainda mais dolorosos. Entre as 16 vítimas fatais da colisão entre uma van e um caminhão estão o 1º Sargento da Polícia Militar Manuel Oliveira dos Santos, sua esposa e sua filha. A informação foi confirmada oficialmente em nota de pesar emitida pela Polícia Militar da Bahia (PMBA).
O sargento Manuel era lotado no Batalhão de Polícia de Guardas (BPGd) e viajava com a família na van de passageiros, que retornava de uma confraternização em Amargosa com destino a Salvador. O veículo foi atingido por um caminhão no km 507, no município de Santa Teresinha.
Uma vida dedicada à segurança pública
A morte do sargento Manuel provocou forte consternação nas forças de segurança do estado. Reconhecido por seus pares pela retidão e pelo profissionalismo, o militar construiu uma trajetória marcada pelo compromisso com a sociedade baiana.
“Ao longo de sua trajetória na Corporação, o sargento Manuel destacou-se pela dedicação ao serviço policial militar, pelo compromisso com a missão institucional e pelo respeito conquistado entre companheiros de farda, superiores e subordinados, deixando um legado de honradez, lealdade e relevantes serviços prestados”, declarou o comando da Polícia Militar em nota oficial.
A perda simultânea do policial, de sua esposa e de sua filha ampliou o clima de luto institucional. A PMBA informou que está prestando apoio aos familiares e expressou solidariedade aos amigos e irmãos de farda neste momento de profunda dor.
Investigação e motorista detido
Enquanto a corporação e os familiares velam as vítimas, as investigações sobre as causas do acidente continuam. O motorista do caminhão — que invadiu a pista contrária e causou o acidente — permanece detido sob custódia policial no hospital onde recebe atendimento médico.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) já constatou que o cronotacógrafo do caminhão estava irregular, o que impede a checagem das horas de descanso do condutor. Quatro ocupantes da van sobreviveram ao impacto e seguem hospitalizados. As informações sobre o sepultamento do sargento e de sua família ainda não foram divulgadas.
Patrimônio natural dos municípios de Elísio Medrado, São Miguel das Matas, Varzedo, Castro Alves e Santa Teresinha, a Serra da Jiboia chega ao Dia Nacional da Mata Atlântica, celebrado nesta quarta-feira (27), cercada por alertas ambientais e por um antigo clamor popular: a criação de mecanismos mais rígidos de proteção para o último grande remanescente florestal do Recôncavo Sul Baiano.
A data marca a assinatura da Carta de São Vicente, em 27 de maio de 1560, primeiro documento oficial a citar a Mata Atlântica. Mais de quatro séculos depois, o bioma segue ameaçado — e a Serra da Jiboia simboliza tanto a resistência quanto a fragilidade dessa floresta.
Com mais de 22 mil hectares, a Serra abriga nascentes importantes, espécies animais e vegetais endêmicas e uma rica diversidade biológica ainda pouco conhecida pela ciência. Mesmo assim, continua sofrendo com desmatamento, caça, tráfico de animais silvestres e degradação das matas ciliares.
Natural de Elísio Medrado, o geógrafo, mestre em Ciências e Tecnologias Ambientais pela Universidade Federal do Sul da Bahia e agente do IBAMA, Samuel Dias Santos, afirma que preservar a Serra da Jiboia é uma necessidade ambiental, econômica e social. “Uma região sem floresta vai ter que gastar mais dinheiro com defensivos químicos, buscar água mais longe e usar mais adubo para fertilizar o solo. A floresta em pé produz serviços que não têm preço”, destacou, em entrevista para o i75.
Segundo Samuel, a vegetação exerce papel essencial na proteção do solo, manutenção da fauna e produção de água. Ele ressalta que os chamados serviços ecossistêmicos sustentam diretamente atividades humanas, inclusive a agricultura regional. “A floresta produz oxigênio, conserva o solo, produz água e mantém a fauna viva. Os pássaros, por exemplo, ajudam no controle natural de pragas que atacam plantações. Esses serviços ecológicos são praticamente impossíveis de mensurar”, afirmou.
“Cada vez mais o rio está morrendo”
Um dos pontos mais preocupantes, segundo o especialista, é a redução da disponibilidade hídrica na região. Samuel cita como exemplo o Rio Jacutinga, em Elísio Medrado. “Desde criança eu percebo que cada vez mais o rio está morrendo. Lugares que eram profundos hoje estão rasos. Dependendo da época do ano, dá para atravessar de uma margem para outra sem molhar os pés”, lamentou.
Ele explica que o desmatamento compromete diretamente a infiltração da água no solo e o abastecimento das nascentes. “Quando se desmata, geralmente para plantio ou criação de gado, o solo fica compactado. A água da chuva infiltra menos, os lençóis freáticos deixam de ser alimentados e isso reduz o potencial hírico da região”, pontuou.
Samuel também alerta para os impactos das mudanças climáticas e para o risco crescente de crises hídricas no interior baiano. “O cenário climático aponta para secas mais intensas nos próximos anos. Então é melhor se antecipar ao problema. O ideal seria revitalizar as nascentes com reflorestamento para aumentar a oferta de água”, disse.
Serra da Jiboia é “caixa d’água” regional
Além da biodiversidade, a Serra da Jiboia possui importância estratégica para o abastecimento hídrico do Recôncavo. O maciço funciona como divisor de águas de importantes bacias hidrográficas. Nascentes localizadas na Serra alimentam rios ligados às bacias do Rio Jaguaripe, Rio Jiquiriçá e Rio da Dona — este último responsável pelo abastecimento de cidades da região, incluindo Santo Antônio de Jesus.
“A nascente mais distante da foz do Rio da Dona nasce na Serra da Jiboia. Se houver desmatamento e assoreamento das nascentes, isso vai influenciar diretamente no volume de água da represa”, explicou Samuel.
Foto: Jacson Brasil/i75
Biodiversidade única
Pesquisas conduzidas pelo Projeto Serra da Jiboia, coordenado pelo Grupo Ambientalista da Bahia em parceria com a Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, identificaram espécies inéditas para a ciência e registros nunca antes catalogados na Bahia e até no bioma Mata Atlântica.
Segundo os pesquisadores, a Serra da Jiboia é uma área de transição ecológica — conhecida como ecótono — entre diferentes formações vegetais da Mata Atlântica e da Caatinga. Essa característica aumenta significativamente a biodiversidade local.
Os estudos identificam espécies raras, ameaçadas de extinção e endêmicas, além de animais e plantas fundamentais para o equilíbrio ecológico do bioma.
Na flora, aparecem espécies como a jaqueira, apontada pelos pesquisadores como uma planta exótica com potencial invasor na Mata Atlântica, além da candeia e do jequitibá, árvore que dá nome à Reserva Jequitibá, onde funciona um centro de pesquisa ambiental do Gambá.
Foto: Jacson Brasil/i75
Entre as aves citadas estão a choquinha-de-peito-pintado, a jacupemba, o sabiá-pimenta e a saiacaia, também conhecida como cavala, espécies que sofrem principalmente com a perda de habitat, fragmentação das matas e caça ilegal.
Os estudos ainda registram a presença de diversos mamíferos silvestres, como pacas, cutias, guigós, onças, jaguatiricas, quatis, lontras, caititus, sariguês, preguiças, tamanduás, tatus e morcegos, estes últimos destacados pelo importante papel na polinização e dispersão de sementes. Nos répteis, a jiboia — que dá nome à serra — aparece cercada por lendas e tradições populares da região.
As pesquisas também destacam a importância ecológica de abelhas, vespas e macroinvertebrados aquáticos, como libélulas, camarões, caranguejos, caramujos e vermes, utilizados como indicadores da qualidade ambiental dos rios e nascentes da Serra da Jiboia.
Proposta de mosaico de Unidades de Conservação
A principal esperança dos ambientalistas é a criação de um mosaico de Unidades de Conservação (UCs) para proteger toda a extensão da Serra da Jiboia.
A proposta prevê a criação de um Parque Estadual nas áreas mais preservadas e de uma Área de Proteção Ambiental (APA) no entorno, formando um complexo ecológico junto à já existente Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Guarirú.
Além da proteção ambiental, os defensores da proposta apontam potencial para fortalecimento do turismo ecológico, do cicloturismo, do voo livre e da observação de aves na região.
“Essa região já é visitada por ciclistas e praticantes de voo livre. O avistamento de aves, por exemplo, poderia ser muito mais explorado de forma sustentável”, concluiu Samuel.
A Mata Atlântica na Bahia
Apesar de ocupar apenas cerca de 19% do território da Bahia — aproximadamente 107 mil quilômetros quadrados — a Mata Atlântica segue como um dos biomas mais importantes do estado. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O bioma é o terceiro maior da Bahia em extensão territorial, atrás apenas da Caatinga, que ocupa cerca de 54% do estado, e do Cerrado, presente em aproximadamente 27% do território baiano. No Brasil, a Mata Atlântica também aparece como o terceiro maior bioma, cobrindo 13% da área nacional, atrás da Amazônia e do Cerrado.
Segundo o IBGE, a Mata Atlântica está presente em quase metade dos municípios baianos — cerca de 200 cidades — e é o bioma predominante em 174 delas, o equivalente a quatro em cada dez municípios do estado.
Foto: Jacson Brasil/i75
Mesmo não sendo o maior bioma em área na Bahia, é justamente nas cidades com predominância de Mata Atlântica que vive a maior parte da população baiana. Cerca de 58,9% dos habitantes do estado — mais de 8,7 milhões de pessoas — residem em municípios onde o bioma ocupa a maior extensão territorial.
Entre as dez cidades mais populosas da Bahia, oito têm a Mata Atlântica como bioma predominante, incluindo Salvador, Feira de Santana, Vitória da Conquista, Camaçari, Lauro de Freitas, Itabuna, Ilhéus e Porto Seguro.
A ocupação histórica do litoral brasileiro desde o período colonial ajuda a explicar por que a Mata Atlântica é hoje o bioma mais ameaçado do país. De acordo com o IBGE, em 2022 cerca de 18,4% das espécies da fauna e flora da Mata Atlântica estavam extintas ou ameaçadas de extinção — o maior número absoluto e proporcional entre todos os biomas brasileiros.
Com a aproximação do encerramento do Cadastro Eleitoral para as Eleições 2026, no dia 6 de maio, os cartórios eleitorais da capital e do interior, assim como a Central de Atendimento ao Público (CAP) do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), atuarão em regime de plantão. O atendimento especial ocorrerá nos dias 25 de abril (sábado), 1º de maio (sexta-feira, feriado) e 2 de maio (sábado), das 8h às 12h.
Além dos plantões, em Salvador, entre os dias 4 e 6 de maio (segunda a quarta-feira), os cartórios eleitorais e a CAP funcionarão das 8h às 18h. Nos municípios do interior, o atendimento será das 8h às 15h. O público será atendido por ordem de chegada, sem necessidade de agendamento prévio. Já os Postos de Atendimento Descentralizados (PADs) e as unidades do Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC) manterão seus horários normais de funcionamento.
Durante os plantões e no período de ampliação do atendimento, será possível solicitar a primeira via do título de eleitor, regularizar a situação eleitoral, realizar coleta biométrica, transferir o domicílio eleitoral, alterar o local de votação e atualizar dados cadastrais.
Documentos
Para o atendimento, é obrigatório apresentar documento oficial com foto e comprovante de residência emitido há, no máximo, três meses. No caso da primeira via do título, a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) no modelo antigo não será aceita de forma isolada, sendo necessária documentação complementar. Homens que completam 19 anos no ano do alistamento também devem apresentar o certificado de quitação militar.
Após o dia 6 de maio, o cadastro eleitoral será fechado para a organização das eleições.
A estrada que liga a vila de Pedra Branca à Pioneira, em Santa Teresinha, encontra-se em péssimo estado. Um turista que tentou ir até a Serra da Jiboia, onde ficam localizadas torres de transmissão, desistiu do passeio por causa das condições do acesso.
O homem, que pediu para não ser identificado, enviou à redação do i75 imagens que mostram a estrada com vários buracos e valetas, colocando em risco quem tenta chegar à Pioneira, como é chamado o local que é um dos principais cartões postais de Santa Teresinha. Além disso, a vegetação está indo em direção à estrada, tornado-a mais estreita.
Ao enviar as fotos, o turista mostrou-se indignado com a falta de compromisso da gestão municipal com um dos locais mais importantes do município.
“Essa estrada era para estar conservada, para a segurança de todos. Pelo que vi aqui, tem muito tempo que fizeram uma manutenção nela. Infelizmente não pude ir lá em cima contemplar a vista e a natureza. Vou aguardar consertarem o acesso para eu poder voltar”, disse.
A Serra da Jiboia é um dos pontos turísticos de Santa Teresinha e costuma atrair visitantes de várias regiões da Bahia, especialmente em feriados prolongados e durante a realização do evento Suba 100.
Uma grande quantidade de mercadorias desviadas de uma plataforma de e-commerce foi apreendida no município de Santa Teresinha, durante uma operação da Polícia Civil que resultou também na prisão de um motorista suspeito de integrar o esquema criminoso.
Entre os produtos encontrados estavam celulares, notebooks, eletrodomésticos, eletroeletrônicos, pneus automotivos e diversos outros itens, todos ligados ao desvio de cargas durante o transporte. O material estava armazenado em um imóvel na zona rural, utilizado para ocultar os produtos subtraídos.
A investigação levou à prisão em flagrante de um motorista de 38 anos, na quarta-feira (25), em Feira de Santana. Segundo a polícia, ele é suspeito de participar de um esquema que desviava mercadorias de cargas pertencentes a uma empresa de comércio eletrônico.
A ação foi conduzida por equipes do Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic), após informações de inteligência apontarem irregularidades frequentes no transporte. Os policiais realizaram monitoramento do suspeito e o abordaram no momento em que ele estacionava para descarregar em um centro de distribuição.
Durante a vistoria, foi constatado que o lacre de segurança da carga havia sido violado, com sinais claros de manipulação. O prejuízo estimado é de aproximadamente R$ 50 mil.
O motorista confessou participação no esquema e revelou que fazia paradas estratégicas em postos de combustíveis, onde parte da carga era retirada por comparsas. Ele também indicou os locais usados para armazenar os produtos, o que levou às apreensões em Santa Teresinha e também em Feira de Santana.
Além das mercadorias, os policiais apreenderam um revólver calibre .32, um carregador de pistola calibre 9 mm, documentos e veículos com indícios de adulteração, incluindo três motocicletas e um automóvel.
Todo o material foi encaminhado para análise, e o suspeito permanece à disposição da Justiça. As investigações continuam para identificar outros envolvidos no esquema criminoso.
O Ministério Público do Estado da Bahia (MPBA) intensifica sua agenda itinerante em 2026 com o projeto ‘Viver com Cidadania’. Em parceria com a Caravana de Direitos Humanos da SJDH, a instituição levará serviços essenciais para dez localidades do interior, com destaque para o atendimento em Santa Teresinha, São Felipe e Mutuípe, garantindo que a população local tenha acesso facilitado à regularização de documentos e orientações jurídicas.
A iniciativa, coordenada pelo Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça Cíveis e Fundações (Caocif), visa aproximar o MP dos cidadãos, focando na emissão de documentos básicos — o primeiro passo para o exercício pleno da cidadania.
Moradores de Santa Teresinha e do Recôncavo/Vale do Jiquiriçá devem ficar atentos ao cronograma de serviços, que inclui a emissão gratuita de segundas vias de certidões e orientações sobre direitos fundamentais:
Santa Teresinha: A Caravana chega à cidade nos dias 9 e 10 de abril.
São Felipe: O atendimento ocorre nos dias 18 e 19 de maio.
Mutuípe: A cidade fecha o ciclo de atividades de maio, recebendo a estrutura nos dias 22 e 23.
Compromisso com a cidadania
A promotora de Justiça Aurivana Curvelo de Jesus Braga, coordenadora do Caocif, ressalta que a ação é vital para populações em situação de vulnerabilidade. “Esse momento reafirma o compromisso do Ministério Público com o fortalecimento das políticas públicas e a garantia de direitos”, pontuou.
Além dessas três cidades, o roteiro do projeto até maio inclui municípios como Camaçari, Mundo Novo, Alagoinhas, Esplanada, Biritinga, Maragojipe e a Ilha de Maré, em Salvador.
A prefeitura de Santa Teresinha ainda não confirmou, mas o cantor Jaldo Rodrigues será uma das atrações do São Pedro do Rio Seco, dia 29 de junho.
A confirmação do show foi feita pelo próprio Jaldo, ex-vocalista da banda Sem Retoque, através do Instagram.
São João
Com relação ao São João, também através das redes sociais, Forró do Tico e Canindé confirmaram shows em Santa Teresinha, no domingo, dia 23 de junho.
A prefeitura ainda não anunciou nenhum dos dois festejos. A Superintendência de Fomento ao Turismo do Estado da Bahia (Sufotur) destinou R$ 200 mil para a realização dos festejos juninos no município.
Com 15 shows, a programação musical do Suba 100, em Santa Teresinha, será iniciada às 21h de sexta-feira (24), na Praça Ápio Medrado. As apresentações acontecerão até domingo (26).
Na sexta, sobem ao palco Zay Rios, Rafinha Nuunes e Costella. No sábado (25), também a partir das 21h, subirão ao palco, Cheiro de Amor, Canindé, Lucas Viana, Edy Silva e Som Di Buteco.
No domingo (26), a festa vai começar mais cedo, às 18h. As apresentações ficarão por conta de Tarcísio do Acordeon, Netto Brito, Kevi Jonny, Rute Santana, Berg Ribeiro, Taiane Almeida, e Gustavo e Netto.
A cidade de Santa Teresinha está em festa neste mês de maio, com importantes ativações culturais acontecendo. O município vai inaugurar, no próximo domingo (19), às 15h, o Cineclube Mafuá, iniciativa que ganhou o mesmo nome do Instituto que existe desde 2019, criado por jovens lideranças comunitárias.
Com o propósito de ampliar horizontes por meio de imersões lúdicas e socioeducativas, para crescimentos cognitivos e expansões exponenciais, e com foco, sobretudo, no público infantil e infanto-juvenil em idade escolar, o Cineclube Mafuá terá sessões mensais, apresentando obras audiovisuais com temáticas voltadas sobretudo ao estímulo da cultura da paz, valorização das raízes culturais e autoconhecimento, com atividades de arte-educação e diálogos abertos, proporcionando experiências únicas e expansivas para toda a família.
Todas as sessões contarão com a presença, também, de mediadores locais, e além da exibição das obras audiovisuais e rodas de conversa posteriores às exibições, o Cineclube Mafuá busca o desenvolvimento de atividades lúdicas ligadas às temáticas de cada obra audiovisual selecionada, tais como o desenho, a colagem e a pintura, desenvolvendo, assim, todo o campo de linguagem e expressividade sobretudo das crianças e jovens participantes, registrando suas percepções acerca das temáticas abordadas em cada produção, reproduzindo assim, à sua maneira, o seu universo particular – e infinito de possibilidades – enquanto indivíduo único e com indagações próprias.
“A nossa missão é fazer do Cineclube Mafuá um espaço criativo e colaborativo, a fim de gerar conscientização, conexão e pertencimento, encorajando todos a transformarem suas realidades através da educação, da ampliação dos conhecimentos, da potencialização dos saberes e do pensamento crítico, aprimorando o capital intelectual de nossa gente”, conta Danilo Santana, liderança local e um dos fundadores do Instituto e do Cineclube Mafuá.
O Cineclube é um espaço político, pedagógico e de formação de plateia, e o surgimento do cineclubismo faz parte da história do cinema, com início na década de 1920, na França. No Brasil, o primeiro cineclube foi o Chaplin Club, criado no Rio de Janeiro em 1928, por Otávio de Faria, Plínio Sussekind Rocha, Almir Castro e Cláudio Mello.
O Cineclube Mafuá é um projeto contemplado nos Editais da Paulo Gustavo Bahia, com apoio financeiro do Governo do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura via Lei Paulo Gustavo, direcionada pelo Ministério da Cultura, Governo Federal.
Serviço:
Inauguração do Cineclube Mafuá
Quando: 19 de maio (domingo)
Onde: Instituto Mafuá – Tv. Dois de Julho, 09 – Centro, Santa Teresinha – BA
A região de Castro Alves, Elísio Medrado, Itatim, Santa Teresinha e Sapeaçu recebe a segunda edição do Tour da Bahia Volta Ciclística, uma das mais importantes provas do calendário do ciclismo mountain bike do país, em três dias e quatro provas, neste fim de semana. As disputas iniciam nesta sexta-feira (26) e seguem até o domingo (28).
A prova terá cerca de 420 atletas da Bahia e demais estados do país, competindo em equipe em um percurso aproximado de 400 km de distância.
O presidente da Federação Brasileira de Ciclismo (FBC), Oscar Schmidt, comenta as expectativas do evento. “É uma oportunidade que os atletas baianos possam fazer esse intercâmbio para que o ciclismo da Bahia possa alavancar ainda mais. A prova só tem a crescer e a agregar mais. Já é um dos maiores eventos do estado”, afirma.