‘Tenho convicção de que vamos ganhar a eleição’, diz Rui Costa

O governador Rui Costa (PT) disse, nesta terça-feira (8), ter “convicção” de que o seu grupo sairá vencedor na disputa eleitoral pela sua sucessão no governo do estado.

“Eu tenho a convicção de que nós vamos ganhar a eleição. Mesma convicção que eu tinha em 2014. Eu tinha 4% e Paulo Souto, 68%. Todo mundo achava engraçado eu dizer que ia ganhar. Eu estou com a mesma convicção que nós vamos ganhar a eleição, embora eu não seja o candidato a governador”, afirmou o petista durante inaugurações no bairro Monte Serrat, em Salvador.

O PT ainda não definiu um nome para concorrer ao governo estadual. Após as negativas de Jaques Wagner e Otto Alencar, Jerônimo Rodrigues, Luiz Caetano e Moema Gramacho são os favoritos. A definição deve sair ainda esta semana.

Bolsonaro sanciona lei que prevê retorno de grávidas ao trabalho presencial

O presidente Jair Bolsonaro sancionou um projeto de lei que muda as regras para o afastamento da empregada gestante, inclusive a doméstica, das atividades laborais durante o período de pandemia. O texto determina o retorno presencial de trabalhadoras grávidas após a conclusão do esquema vacinal contra a covid-19, com duas doses ou dose única (no caso da vacina da Janssen).

A medida foi aprovada de forma definitiva pelo Congresso Nacional em fevereiro, modificando uma lei que estava em vigor desde o ano passado, e que garantia às mulheres grávidas o afastamento do trabalho presencial sem prejuízo do salário.

A nova lei, que será publicada no Diário Oficial de quinta-feira (10), estabelece as hipóteses em que o retorno ao regime presencial é obrigatório para mulheres grávidas: encerramento do estado de emergência; após a vacinação (a partir do dia em que o Ministério da Saúde considerar completa a imunização); se ela se recusar a se vacinar contra o novo coronavírus, com termo de responsabilidade; ou se houver aborto espontâneo com recebimento do salário-maternidade nas duas semanas de afastamento garantidas pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

O afastamento do trabalho presencial só continua mantido para a mulher que ainda não tenha completado o ciclo vacinal.

O texto considera que a opção por não se vacinar é uma “expressão do direito fundamental da liberdade de autodeterminação individual”. Segundo a medida, caso decida por não se imunizar, a gestante deve assinar um termo de responsabilidade e livre consentimento para o exercício do trabalho presencial.

Para os casos em que as atividades presenciais da trabalhadora não possam ser exercidas remotamente, ainda que se altere suas funções, respeitadas suas competências e condições pessoais, a situação deve ser considerada como gravidez de risco até a gestante completar a imunização e poder retornar ao trabalho presencial.

Durante esse período, ela deve receber o salário-maternidade desde o início do afastamento até 120 dias após o parto ou, se a empresa fizer parte do programa Empresa Cidadã de extensão da licença, por 180 dias. Entretanto, não poderá haver pagamento retroativo à data de publicação da lei.

Wagner diz que PT decidirá entre Caetano, Moema e Jerônimo para concorrer ao governo

Os planos do governador Rui Costa (PT) de disputar uma vaga no Senado saiu de vez das articulações na base governista baiana após a manutenção da recusa de Otto Alencar (PSD) em assumir a cabeça de chapa. Nesta segunda-feira (7), o senador Jaques Wagner (PT) confirmou que o gestor permanecerá no cargo até o final do mandato.

Segundo Wagner, o Partido dos Trabalhadores decidirá, já nos próximos dias, o nome da legenda. A escolha se dará entre Caetano, secretário de Relações Institucionais, Moema Gramacho, prefeita de Lauro de Freitas, e Jerônimo Rodrigues, secretário da Educação.

“Rui decidiu, vai ficar sentado na cadeira até o final. E nós essa semana vamos apresentar o nome do PT para a cabeça de chapa. Ele na cadeira vai querer fazer alguém do partido. Aí vai ter que conversar de novo com PP e PSD para ver como a gente ajusta a chapa”, disse Wagner à “Metrópole”.

“Basicamente se tem três nomes. Então não é difícil. Pesa muito a vontade de quem está sentado na cadeira”, pontuou.

Projetos que reduzem preço de combustíveis estão prontos para votação

Está prevista para a próxima semana no Senado a votação de duas propostas que visam reduzir o preço dos combustíveis no país. O Projeto de Lei Complementar (PLP) 11/2020 e o Projeto de Lei (PL) 1.472/2021 estavam na pauta da semana passada, mas não foram votados.

O relatório do PLP chegou a ser lido e discutido, mas a votação acabou sendo adiada para depois do carnaval. Passado o feriado, o relator dos dois projetos, Jean Paul Prates (PT-RN), disse acreditar que a votação ocorra sem mais adiamentos. O senador informou que estará disponível para reuniões na segunda-feira e na terça à tarde.

“Podemos até jogar para quarta-feira, se for o caso. Só acho que não pode passar para a semana seguinte”, disse o senador, em conversa com jornalistas na tarde de hoje (4). Na sessão anterior, senadores da base governistas e alguns considerados independentes pediram o adiamento da discussão, afirmando que não tinham conhecimento pleno do relatório.

Prates destacou, no entanto, que não existem mais dúvidas, nem controvérsias quanto ao texto. Um dos sinais é que ninguém o procurou para apresentar emendas aos projetos após o adiamento da votação. “Não houve nenhum ponto de dissenso que me fizesse mudar. Não apareceu. As ferramentas estão prontas para votar. Se aparecer algum incremento pequeno, a gente analisa e corrige.”

Para Prates, o aumento dos preços do barril de petróleo em consequência da guerra na Ucrânia torna o debate ainda mais urgente. Desde 2016, a Petrobras adota a chamada Política de Preços de Paridade de Importação (PPI), que vincula o preço do petróleo ao mercado internacional, tendo como referência a cotação do barril tipo Brent, que é calculado em dólar. Isso quer dizer que o valor internacional do petróleo e a cotação do dólar influenciam diretamente na composição dos preços da companhia.

“Não cabe argumento [para não votar]. Tem que ser muito corajoso para chegar lá, em plena crise da Ucrânia, com o preço do petróleo a US$ 115, US$ 120 o barril, e dizer: ‘calma aí, ainda não sei qual vai ser o impacto disso’. Tem um ano que o preço [do combustível] está subindo, e vocês [da base do governo] dizendo que não podiam fazer nada. A gente faz os projetos, tramita, discute em comissões, e aí vêm dizer que não está preparado? É um argumento pífio.”

O senador usou o feriado do carnaval para conversar com colegas do Senado e governadores, tirando dúvidas a respeito dos dois projetos e, segundo ele, “combatendo algumas desinformações e temores não esclarecidos”.

Prates também defende manter aberto o diálogo sobre as sugestões apresentadas em plenário na sessão passada. Na ocasião, o relator acatou propostas para viabilizar a votação naquele dia. A tendência é reabrir o debate para essas propostas. “Estamos mantendo em discussão, é uma estratégia legislativa válida. Quando adiaram, eu disse: ‘todas essas coisas que me trouxeram eu vou analisar no período do feriado’. Estou considerando, e muito, mas está em discussão”, acrescentou.

ICMS e auxílio gás

O PLP 11/2020 propõe a simplificação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em todo o país, instituindo a chamada “monofasia”, ou seja, a cobrança do imposto em apenas uma fase da cadeia produtiva.

Atualmente, o ICMS sobre combustíveis varia de estado para estado e é calculado em toda a cadeia de distribuição e sobre um preço médio na bomba. O PLP propõe que o tributo tenha valor fixo em reais, por litro de combustível, em vez de ser cobrado como uma porcentagem sobre o preço final do produto.

O projeto inclui ainda aumento no valor do auxílio gás, revendo a legislação que o criou e ampliando seu público para 11 milhões de famílias em 2022. Seria o dobro de sua meta de atendimento em relação aos valores originalmente aprovados na lei orçamentária anual. Para custear a ampliação, Prates estima que será preciso dobrar o orçamento do programa, incluindo mais R$ 1,9 bilhão.

Como fonte para as despesas com o auxílio gás, o relator indicou os recursos arrecadados com os bônus de assinatura dos campos de petróleo do pré-sal de Sépia e Atapu. Ambos os campos foram arrematados na segunda rodada de licitações dos volumes excedentes da cessão onerosa do pré-sal, em dezembro do ano passado.

Fundo de Estabilização

Já o PL 1.472/2021, que cria o Fundo de Estabilização, visa usar os recursos deste para evitar que os efeitos das constantes mudanças no preço do petróleo e demais variáveis que afetam o valor dos combustíveis sejam sentidos diretamente nos postos de gasolina.

O PL estabelece diretrizes da política de preços na venda de combustíveis e derivados do petróleo, como proteção dos interesses do consumidor; redução da vulnerabilidade externa; estímulo à utilização da capacidade instalada das refinarias; modicidade de preços internos e redução da volatilidade de preços internos.

O projeto estipula também que os preços dos combustíveis derivados de petróleo praticados no país tenham como referência as cotações médias do mercado internacional, os custos internos de produção e os custos de importação.

O autor do projeto, senador Rogério Carvalho (PT-SE), critica a fórmula atual de cálculo dos preços dos combustíveis, com base na Paridade de Preços Internacionais. Para Rogério Carvalho, a adoção do PPI tem consequências para toda a economia e prejudica a população mais vulnerável. O senador disse que isso foi o que o motivou a apresentar um projeto para debater a política de preços da Petrobras.

Um dos argumentos do senador é que a Petrobras teria diminuído sua capacidade de refino com o intuito de aumentar a presença da iniciativa privada no setor, daí o cálculo do valor com base na PPI. Ainda segundo ele, “a PPI resulta em ganhos extraordinários para a Petrobras, e o objetivo final seria vender suas refinarias”.

O texto também criava um imposto de exportação para o petróleo bruto a partir do valor de US$ 40 o barril, mas o relator encontrou muita resistência entre os colegas e retirou o imposto de exportação do texto, para facilitar a aprovação do projeto.

Rogério Andrade vai à Desenbahia pedir celeridade na concessão de crédito para atingidos pela chuva

Foto: Divulgação

Na sexta-feira (4), o pré-candidato a deputado estadual pelo PSD, Rogério Andrade, foi à Agência de Fomento do Estado da Bahia S/A (Desenbahia) para verificar a situação dos processos de concessão de crédito emergencial para comerciantes e prestadores de serviço de Mutuípe que foram impactados pelas fortes chuvas no final do ano passado.

Rogério esteve acompanhado pelo ex-prefeito de Mutuípe, Bel Rocha. Eles se reuniram com o presidente da Desenbahia, Paulo Costa, e com o diretor de desenvolvimento e negócios da Agência, Agenor Martinelli.

Segundo Rogério Andrade, do município de Mutuípe saíram 101 solicitações para o crédito emergencial. Dessas, 42 já estão aprovadas e as demais seguem em processo de análise. “Apesar de sabermos do empenho de toda equipe da Desenbahia, solicitamos ainda mais celeridade na análise dos processos, bem como na liberação dos valores”, disse Rogério.

Como funciona o crédito

Os empréstimos de até R$150 mil são pagos sem juros, parcelados em até 48 meses e com carência de até 12 meses para pagamento da primeira parcela. Nos empréstimos de valores maiores, os juros são subsidiados.

O Governo do Estado autorizou a triplicação do valor inicial dos recursos para essa finalidade, saindo dos iniciais R$ 20 milhões, para R$ 60 milhões.

Câmara de Amargosa aprova projeto que solicita implantação da Ronda Maria da Penha

Foi aprovado pela Câmara de Vereadores de Amargosa, na última sexta-feira (25), um projeto que soilicita à Polícia Militar a implantação da Ronda Maria da Penha no município. O texto segue para o gabinete do prefeito Júlio Pinheiro para ser apreciado.

De acordo com a justificativa do projeto, o enfrentamento às múltiplas formas de violência contra as mulheres é uma importante demanda no que diz respeito a condições mais dignas e justas. A mulher deve possuir o direito de não sofrer agressões no espaço público ou privado, a ser respeitada em suas especificidades e a ter garantia de acesso aos serviços da rede de enfrentamento à violência.

No mesmo dia, também foi aprovado o projeto que solicita à Polícia Civil a implantação em Amargosa da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (DEAM) Itinerante.

O texto também seguiu para o gabinete do prefeito.

Wagner comunica ao PT que não será candidato a governador

Foto: Divulgação

O Partido dos Trabalhadores da Bahia discutiu a tática eleitoral de 2022 em reunião extraordinária com a presença do senador Jaques Wagner, deputados estaduais e federais, prefeitos, vereadores e dirigentes na tarde desta segunda-feira, 28. Na ocasião, Wagner anunciou às lideranças sua decisão política de não concorrer ao Governo do Estado. A partir de agora, o Diretório Estadual passará a debater a nova tática eleitoral.

“A retirada da minha candidatura não implica na retirada da candidatura do PT. Quem decidirá se terá candidatura ou não, não sou eu, será o Partido”, afirmou Wagner, que falou sobre a importância da união dos partidos na Bahia para as eleições deste ano.

O presidente do PT Bahia, Éden Valadares, comentou a reunião: “É claro que respeitamos a decisão do companheiro Wagner, mas não a recebemos com alegria. Nossas instâncias se reunirão intensamente nos próximos dias para atualizar nossa posição”.

Os dirigentes petistas reafirmaram decisão do sétimo Congresso do PT que aponta para a presença do Partido encabeçando a chapa majoritária. “Nossa decisão será fruto do debate interno, mas também do imprescindível diálogo com os demais partidos e lideranças da base, como Otto, Leão, Lídice e PCdoB”, ressaltou Éden.

PT de São Miguel das Matas emite nota defendendo candidatura de Wagner

O Diretório Municipal do Partido do Trabalhadores (PT) de São Miguel das Matas emitiu, neste domingo (27), uma nota através da qual defende a candidatura do senador Jaques Wagner ao governo da Bahia.

O texto foi divulgado após rumores de que o também senador Otto Alencar seria o candidato escolhido pelo partido e que Wagner coordenaria a campanha de Lula.

Na nota, o PT miguelense diz que “defende a candidatura própria do PT ao governo do Estado, reafirmando a defesa do nome do companheiro e atual senador Jaques Wagner como fundamental para consolidação da militância e da base aliada para concorrer a este cargo na eleição que se aproxima”.

Confira a nota na íntegra:

“A Bahia tem papel fundamental na construção do nosso Brasil e não poderia ser diferente com o Partido dos Trabalhadores, pois na construção e aplicação de políticas públicas e manutenção de um estado que não se dobrou diante das crises econômicas e sanitárias como no caso da crise global de 2008 e da pandemia de COVID-19 em 2020, o jeito petista de governar fez e faz toda a diferença.

Na articulação com o então presidente Lula, o nome do companheiro Jaques Wagner foi lançado em 2006 com a responsabilidade de tirar a Bahia da situação de caos deixada pelo autoritarismo Carlista. O povo baiano abraçou a causa e o nosso Jaques Wagner, carinhosamente apelidado de “Galego” foi eleito, pondo um fim a estagnação do nosso estado e nos colocando nos trilhos do avanço das políticas sociais e desenvolvimento econômico do Brasil.

Esta articulação e construção possibilitou avanços tanto na Bahia, quanto para o PT, enquanto partido político, possibilitando demonstrar a cada baiana e baiano, como se faz um governo comprometido com o Estado, com o respeito ao seu povo e com políticas sociais. O êxito do período de gestão do PT a frente do governo, resultou na reeleição do nosso então governador e companheiro Rui Costa com 75,50% dos votos válidos.

E para possibilitar a continuação do trabalho sério e compromissado com o avanço e respeito com a Bahia e com todas e todos que amam esta terra, o Diretório Municipal do Partido dos Trabalhadores de São Miguel Matas, defende a candidatura própria do PT ao governo do Estado, reafirmando a defesa do nome do companheiro e atual senador Jaques Wagner como fundamental para consolidação da militância e da base aliada para concorrer a este cargo na eleição que se aproxima.

Viva as trabalhadoras e os trabalhadores! Viva o PT! Viva nossa nossa terra e nossa gente! Viva nossa capacidade de resistência e luta!

São Miguel das Matas – BA, 27 de fevereiro de 2022″.

Otto será candidato ao governo, Rui ao Senado e Wagner coordenará campanha de Lula, crava site

Otto Alencar (PSD) será apresentado como candidato a governador e Rui Costa (PT) tentará uma vaga no Senado. A decisão inclui a retirada da candidatura posta de Jaques Wagner (PT) ao governo, com o senador assumindo a coordenação de campanha a presidente de Luiz Inácio Lula da Silva. As informações são do “Bahia Notícias”.

De acordo com o portal, o anúncio não será formalizado ao longo dos próximos dias – ou até que aconteçam as conversas com lideranças nacionais e locais dos partidos aliados. As informações foram confirmadas por pessoas que participam das negociações, sob anonimato.

A operação para a mudança de posições da composição envolveu o processo de convencimento de Otto para abandonar a campanha de reeleição ao Senado, após Rui decidir ser candidato ao posto e pressionar Wagner contra a parede. O ex-governador, ainda que não tivesse como prioridade voltar ao cargo, havia embarcado no projeto para garantir a manutenção da aliança política).

Na metade do mandato como senador, Wagner tinha o conforto do apoio das legendas aliadas, endossado pela própria cúpula petista e pelos deputados federais e estaduais. Todavia, Rui “bagunçou” os planos do grupo.

Até aqui, Otto tem reiterado a candidatura a senador (lembre aqui). Todavia, com a articulação do colega de Casa e de partido, Angelo Coronel, houve o entendimento de que era viável a tentativa dele ser candidato ao governo.

Durante toda a quinta-feira (24), os envolvidos – com exceção de Rui, que cumpre agenda no interior – intensificaram as conversas para aparar as últimas arestas. O caminho é tratado como definitivo, mas ainda depende do aval de dois caciques nacionais: o próprio Lula e o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, que publicamente tratou a candidatura de Otto como uma “punição”. É esperada uma “foto” do apertar de mãos entre Kassab e Lula, algo que não perpassa por um apoio dos socialdemocratas ao ex-presidente ainda no primeiro turno, como chegou a circular nos bastidores.

Câmara aprova texto-base do projeto que legaliza jogos no Brasil

Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil

A Câmara dos Deputados aprovou, na madrugada desta quinta-feira (24), o texto-base do projeto de lei que legaliza os jogos no Brasil. Foram 246 votos favoráveis e 202 contrários. O projeto legaliza jogos como em cassinos, bingos, jogo do bicho e on-line, mediante licenças em caráter permanente ou por prazo determinado.

Após a votação, a sessão foi encerrada. Os destaques ao texto deverão ser votados, em sessão marcada para esta quinta-feira (24), no plenário da Casa. Os destaques apresentados pelos partidos é uma tentativa de fazer mudanças no parecer do deputado Felipe Carreras (PSB-PE) para o Projeto de Lei 442/91.

O texto aprovado prevê, entre outras medidas, que cassinos poderão ser instalados em resorts, navios e cidades classificadas como polos ou destinos turísticos. No caso de bingos, o texto permite sua exploração em caráter permanente apenas em casas de bingo.

Para o jogo do bicho, o projeto exige que todos os registros da licenciada, seja de apostas ou de extração, sejam informatizados e com possibilidade de acesso em tempo real (on-line) pela União, por meio do Sistema de Auditoria e Controle (SAC).

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